Bloco de Esquerda


















































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































Bloco de Esquerda

LeftBloc.svg

Líder

Catarina Martins (coordenadora da Comissão Política)

Fundação

1999

Sede

Portugal Portugal
Santa Maria Maior, Lisboa

Ideologia

Socialismo democrático[1]
Anticapitalismo[2]
Euroceticismo[3]
Ecossocialismo[4]
Populismo[5]
Feminismo[2]

Espectro político

Esquerda

Membros  (2009)
6 830[6]

Afiliação internacional

nenhuma

Afiliação europeia

Partido da Esquerda Europeia,
Esquerda Anticapitalista Europeia

Grupo no Parlamento Europeu

Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde

Assembleia da República

0000000000000019


19 / 230



Parlamento Europeu

0000000000000001


1 / 21



Assembleia Legislativa da Madeira

0000000000000002


2 / 47



Assembleia Legislativa dos Açores

0000000000000002


2 / 57



Presidentes de Câmaras Municipais

0000000000000000


0 / 308



Vereadores municipais

0000000000000012


12 / 2 074


Página oficial

www.bloco.org






Francisco Louçã, o primeiro líder do Bloco de Esquerda.


O Bloco de Esquerda (B.E.)[7] é um partido político de esquerda[8][9][10][11] socialista em Portugal.




Índice






  • 1 Origens


  • 2 Evolução


  • 3 Deputados


    • 3.1 Assembleia da República[28]


      • 3.1.1 XIII Legislatura (2015 – presente)


      • 3.1.2 XII Legislatura (2011 – 2015)


      • 3.1.3 XI Legislatura (2009 – 2011)


      • 3.1.4 X Legislatura (2005 – 2009)


      • 3.1.5 IX Legislatura (2002 – 2005)


      • 3.1.6 VIII Legislatura (1999 – 2002)




    • 3.2 Parlamento Europeu


      • 3.2.1 VIII Legislatura (2014–2019)


      • 3.2.2 VII Legislatura (2009–2014)


      • 3.2.3 VI Legislatura (2004–2009)






  • 4 Resultados eleitorais


    • 4.1 Eleições legislativas


      • 4.1.1 Açores


      • 4.1.2 Aveiro


      • 4.1.3 Beja


      • 4.1.4 Braga


      • 4.1.5 Bragança


      • 4.1.6 Castelo Branco


      • 4.1.7 Coimbra


      • 4.1.8 Évora


      • 4.1.9 Faro


      • 4.1.10 Guarda


      • 4.1.11 Leiria


      • 4.1.12 Lisboa


      • 4.1.13 Madeira


      • 4.1.14 Portalegre


      • 4.1.15 Porto


      • 4.1.16 Santarém


      • 4.1.17 Setúbal


      • 4.1.18 Viana do Castelo


      • 4.1.19 Vila Real


      • 4.1.20 Viseu


      • 4.1.21 Europa


      • 4.1.22 Fora da Europa




    • 4.2 Eleições europeias


    • 4.3 Eleições presidenciais


    • 4.4 Eleições autárquicas


      • 4.4.1 Câmaras Municipais




    • 4.5 Eleições regionais


      • 4.5.1 Região Autónoma dos Açores


      • 4.5.2 Região Autónoma da Madeira






  • 5 Coordenadores


  • 6 Referências


  • 7 Ligações externas




Origens


O partido nasceu em 1999 da aproximação de três forças políticas: a União Democrática Popular (marxista), o Partido Socialista Revolucionário (trotskista mandelista) e a Política XXI, às quais posteriormente se juntaram vários outros movimentos.


À época, qualquer uma delas definia-se como resultado de processos de crítica em relação ao chamado «comunismo» ou «socialismo real», mantendo a referência comunista através da reflexão e da discussão sobre a actualidade do marxismo. Membro do Secretariado Unificado da IV Internacional, o PSR herdava a tradição trotskista, oposta ao estalinismo; a UDP, marxista, apresentava-se como desligada de quaisquer referências no campo comunista internacional, posicionando-se em ruptura com todas as experiências de "socialismo real"; a Política XXI resultara, por sua vez, da união de ex-militantes do Partido Comunista Português, pelos herdeiros do MDP-CDE e por independentes. Na formação do Bloco, juntaram-se ainda pessoas sem filiação anterior, mas que já haviam mostrado identificar-se com os movimentos indicados, destacando-se, no grupo inicial, Fernando Rosas (a sua antiga filiação no PCTP-MRPP havia acabado há muito).


Desde o início, o Bloco apresentou-se como uma nova força política que não negava a sua origem nos três partidos citados e que tinha uma organização interna democrática, mais baseada na representação dos aderentes do que no equilíbrio partidário. A adesão de novos militantes, sem ligação anterior a qualquer um dos partidos originários, contribuiu para esse efeito.


O Bloco foi incluindo ainda outros grupos e tendências: desde pequenos grupos políticos, como a Ruptura/FER, até grupos que, não sendo organizações políticas, são grupos de interesse constituídos já dentro do Bloco: mulheres, LGBT, sindicalistas, ambientalistas, etc. O Bloco reivindica a independência destes grupos em relação à política geral do partido.


Entretanto, os partidos constituintes entraram num processo de auto-extinção. A Política XXI tornou-se uma associação de reflexão política que se exprime numa das revistas da área do B.E., a Manifesto..[12] A dissolução oficial da PXXI enquanto partido é concluída a 2 de Abril de 2008[13] O PSR também se extinguiu,[14] transformando-se igualmente numa associação que se exprime numa revista, a Combate..[15] A UDP passou de partido a associação política, no início de 2005[16] Edita igualmente uma revista, A Comuna.[17] Esta auto-extinção demarcou uma nova maneira de pensar na esquerda europeia e mundial, visto que evidencia a vontade da construção de um partido plural e de acabar com o sectarismo característico deste tipo de pequenos partidos de esquerda.



Evolução


As primeiras eleições em que o Bloco de Esquerda participou foi nas Europeias de 1999, tendo como cabeça de lista Miguel Portas. Obteve 61 920 votos (1,79 % dos votos), não conseguindo eleger nenhum deputado.


Em outubro do mesmo ano, concorre às eleições legislativas portuguesas de 1999, obtendo 131.840 votos, 2.46% e 2 deputados eleitos pelo círculo de Lisboa.


Nas eleições autárquicas portuguesas de 2001, consegue a conquista de uma Câmara, a de Salvaterra de Magos e 6 vereadores.


Nas eleições legislativas portuguesas de 2002, obteve 149.543 votos, 2,75% e 3 deputados, dois por Lisboa e um pelo Porto.


O Bloco elegeu o seu primeiro deputado europeu, Miguel Portas, em 2004.


Nas eleições legislativas de 20 de Fevereiro de 2005, teve oito deputados eleitos. Nas autárquicas do mesmo ano, foi eleita a candidata independente apoiada pelo BE à Câmara Municipal de Salvaterra de Magos. Na sua IV Convenção Nacional, o Bloco de Esquerda oficializou Francisco Louçã como porta-voz da Comissão Política.


Já em 2005, foi aprovado pela convenção um conjunto de estatutos, que incluem um código de conduta e prevêem um quadro disciplinar, que anteriormente não existia.


Em 2007, na V convenção, foram apresentadas três moções de orientação política e uma quarta moção crítica apenas em relação ao funcionamento interno do Bloco. Na eleição, por voto secreto, da mesa nacional, a lista encabeçada por Francisco Louçã e que incluía as sensibilidades do PSR, da UDP e da PXXI obtém 77,5% dos eleitos, a lista B, encabeçada por Teodósio Alcobia, 5%, a lista C, encabeçada por João Delgado e integrando sindicalistas e membros da Ruptura/FER, 15%, e a lista D, encabeçada por Paulo Silva, 2,5%.


Nas eleições europeias de 2009, Miguel Portas, Marisa Matias e Rui Tavares foram eleitos para o Parlamento Europeu pelo bloco. Tavares viria a romper com o bloco em 2011, juntando-se ao Grupo Europeu dos Verdes.[18]


Nas eleições legislativas de 27 de Setembro de 2009, o "B.E." viu o seu número de deputados eleitos crescer para 16, conseguindo assim a maior votação até então e tornando-se na 4ª força política do país.[19]


Em 2011, em plena campanha eleitoral das eleições legislativas portuguesas de 2011, Francisco Louçã afirmou que o Bloco teve a sua maior vitória política desde a sua fundação, ao conseguir um consenso sobre a renegociação da dívida contraída durante a crise da dívida pública da Zona Euro.[20]


O resultado das eleições legislativas de 2011 contrariou o até aí linear aumento de expressão, dado que o partido reduziu para metade a sua representação na Assembleia da República, diminuição de expressão que foi sentida a nível nacional, e que levou, entre outras perdas, à não eleição do líder da bancada parlamentar, José Manuel Pureza (único eleito por Coimbra, em 2009).[21]


A 24 de Abril de 2012 morre Miguel Portas, vítima de cancro no pulmão.[22]
Miguel Portas foi fundador da Política XXI, representada pela corrente Fórum Manifesto, à qual pertencia Daniel Oliveira e Ana Drago.





João Semedo foi co-líder do BE, juntamente com Catarina Martins, entre 2012 e 2014


A Novembro de 2012 na VIII Convenção do B.E., foram eleitos João Semedo e Catarina Martins para a liderança do Bloco de Esquerda, sucedendo a Francisco Louçã.


A Março de 2013, Daniel Oliveira, fundador do partido por via da Política XXI, anunciou a sua demissão do Bloco de Esquerda, indicando como motivos o "sectarismo interno, que enfraqueceu o partido e o seu debate democrático" e o "sectarismo externo, que tem impedido o Bloco de ser, como sempre quis ser, um factor de convergência e reconfiguração da esquerda portuguesa".[23]


Daniel Oliveira também apontou como movitação para o seu abandono a criação de uma corrente partidária interna dominante por
João Semedo, José Manuel Pureza e Francisco Louçã, denominada Socialismo, que "cristaliza as divergências da última Convenção, exclui dos principais debates e decisões pelo menos um quarto dos militantes e cria um cordão sanitário entre 'poder' e 'oposição', afirmando uma lógica de fidelidades que só pode ser prejudicial ao Bloco".[23]


A 12 de Julho de 2014, os militantes da corrente Fórum Manifesto anunciam a sua desvinculação do Bloco de Esquerda.[24]





Catarina Martins é a actual líder do Bloco de Esquerda


A corrente Fórum Manifesto apontou como causa da sua desvinculação o resultado da liderança do partido, tendo anunciado "as derrotas consecutivas que o BE acumulou nos últimos anos, e que o conduziram à magra expressão eleitoral obtida nas últimas eleições europeias, não são um reflexo de factores externos. São fruto da acumulação de erros não corrigidos, inscritos numa orientação política que divorciou crescentemente o BE do seu potencial eleitorado".[24]


A 30 de novembro de 2014, na sequência da IX Convenção do Bloco, João Semedo abandona a liderança. Passa a vigorar uma nova Comissão Permanente composta por seis membros tendo Catarina Martins como porta-voz.


A redução de expressão eleitoral do BE a partir de 2011 precipitou o aparecimento de clivagens entre os movimentos e tendências que o compunham. Que se concretizaram pela desvinculação da Ruptura/FER,[25] e do Forum Manifesto[26] do Bloco de Esquerda e dando origem a um partido, o Movimento Alternativa Socialista, e a uma "candidatura cidadã"[27] a Tempo de Avançar, resultado de uma convergência de várias organizações políticas e veiculada nas eleições legislativas de 2015 pela única que delas era um partido, o LIVRE - mediaticamente protagonizado por Rui Tavares, que é também um ex-candidato independente do BE.


Nas eleições legislativas de 4 de Outubro de 2015, o "B.E." viu o seu número de deputados eleitos crescer para 19, conseguindo assim a maior votação da sua história e tornando-se na 3ª força política do país, sendo o partido que mais cresceu.


A 26 de junho de 2016, após a X Convenção do Bloco, a Comissão Permanente foi dissolvida e Catarina Martins passou a ser a única coordenadora do partido.


Deputados



Nota: Os deputados cujos nomes estão sublinhados encontram-se em funções.


Assembleia da República[28]





Mariana Mortágua ganhou visibilidade durante a comissão parlamentar de inquérito à queda do BES



XIII Legislatura (2015 – presente)




  • Carlos Matias

  • Catarina Martins


  • Domicília Costa (2015–2017)


  • Ernesto Ferraz (2018–presente)

  • Heitor Sousa

  • Isabel Pires

  • Joana Mortágua

  • João Vasconcelos

  • Jorge Campos

  • Jorge Duarte Costa

  • Jorge Falcato Simões

  • José Manuel Pureza

  • José Moura Soeiro

  • Luís Monteiro


  • Maria Manuel Rola (2017–presente)

  • Mariana Mortágua

  • Moisés Ferreira


  • Paulino Ascenção (2015–2018)

  • Pedro Filipe Soares

  • Pedro Soares

  • Sandra Cunha




XII Legislatura (2011 – 2015)





  • Ana Drago (2011–2013)

  • Catarina Martins


  • Cecília Honório (2011–2015)


  • Eugénia Taveira (2015)


  • Francisco Louçã (2011–2012)


  • Helena Pinto (2012–2015)


  • João Semedo (2011–2015)


  • José Moura Soeiro (2015)

  • Luís Fazenda

  • Mariana Aiveca


  • Mariana Mortágua (2013–2015)

  • Pedro Filipe Soares

  • Rita Calvário




XI Legislatura (2009 – 2011)




  • Ana Drago

  • Catarina Martins

  • Cecília Honório


  • Fernando Rosas (2009–2010)

  • Francisco Louçã

  • Heitor Sousa

  • Helena Pinto

  • João Semedo


  • Jorge Duarte Costa (2010–2011)

  • José Gusmão

  • José Manuel Pureza

  • José Moura Soeiro

  • Luís Fazenda

  • Mariana Aiveca

  • Pedro Filipe Soares

  • Pedro Soares

  • Rita Calvário




X Legislatura (2005 – 2009)




  • Alda Macedo

  • Ana Drago

  • António Chora

  • Cecília Honório

  • Fernando Rosas

  • Francisco Louçã

  • Helena Pinto

  • João Semedo

  • João Teixeira Lopes

  • José Moura Soeiro

  • Luís Fazenda

  • Mariana Aiveca




IX Legislatura (2002 – 2005)



  • Alda Sousa

  • Ana Drago

  • Francisco Louçã

  • Joana Amaral Dias

  • João Teixeira Lopes

  • Luís Fazenda



VIII Legislatura (1999 – 2002)



  • Fernando Rosas

  • Francisco Louçã

  • Helena Neves

  • Luís Fazenda


Parlamento Europeu





Miguel Portas, enquanto líder da Política XXI, foi um dos fundadores do Bloco e o primeiro deputado europeu do partido



VIII Legislatura (2014–2019)


  • Marisa Matias


VII Legislatura (2009–2014)



  • Alda Sousa

  • Marisa Matias

  • Miguel Portas


  • Rui Tavares (independente)



VI Legislatura (2004–2009)


  • Miguel Portas

Resultados eleitorais



Eleições legislativas
















































































Data
Líder
CI.
Votos
%
+/-
Deputados
+/-
Status

1999

Francisco Louçã
5.º
132 333

0000000000002.44


2,44 / 100,00




0000000000000002


2 / 230



Oposição

2002

Francisco Louçã
5.º
153 877

0000000000002.81


2,81 / 100,00



Aumento0,37

0000000000000003


3 / 230



Aumento1
Oposição

2005

Francisco Louçã
5.º
364 971

0000000000006.35


6,35 / 100,00



Aumento3,54

0000000000000008


8 / 230



Aumento5
Oposição

2009

Francisco Louçã
4.º
558 062

0000000000009.82


9,82 / 100,00



Aumento3,47

0000000000000016


16 / 230



Aumento8
Oposição

2011

Francisco Louçã
5.º
288 973

0000000000005.17


5,17 / 100,00



Baixa4,65

0000000000000008


8 / 230



Baixa8
Oposição

2015

Catarina Martins
3.º
550 892

0000000000010.19


10,19 / 100,00



Aumento5,02

0000000000000019


19 / 230



Aumento11

Apoio parlamentar



Eleições europeias





















































Data
Cabeça de Lista

Votos
%
+/-
Deputados
+/-

1999

Miguel Portas
5.º
61 920

0000000000001.79


1,79 / 100,00




0000000000000000


0 / 25




2004

Miguel Portas
5.º
167 313

0000000000004.91


4,91 / 100,00



Aumento3,12

0000000000000001


1 / 24



Aumento1

2009

Miguel Portas
3.º
382 667

0000000000010.72


10,72 / 100,00



Aumento5,81

0000000000000003


3 / 22



Aumento2

2014

Marisa Matias
5.º
149 628

0000000000004.56


4,56 / 100,00



Baixa6,16

0000000000000001


1 / 21



Baixa2


Eleições presidenciais




Fernando Rosas, um dos fundadores do BE, foi primeiro candidato presidencial do partido

















































Data
Candidato
apoiado
1.ª Volta
2.ª Volta
CI.
Votos
%
CI.
Votos
%

2001

Fernando Rosas
4.º
129 840

0000000000003.00


3,00 / 100,00




2006

Francisco Louçã
5.º
292 198

0000000000005.32


5,32 / 100,00




2011

Manuel Alegre
2.º
831 838

0000000000019.76


19,76 / 100,00




2016

Marisa Matias
3.º
469 321

0000000000010.12


10,12 / 100,00





Eleições autárquicas



Câmaras Municipais





































































Data
CI.
Votos
%
+/-
Presidentes CM
+/-
Vereadores
+/-

2001
9.º
61 789

0000000000001.18


1,18 / 100,00




0000000000000001


1 / 308




0000000000000006


6 / 2 044




2005
6.º
159 254

0000000000002.95


2,95 / 100,00



Aumento1,77

0000000000000001


1 / 308



Estável

0000000000000007


7 / 2 046



Aumento1

2009
7.º
167 101

0000000000003.02


3,02 / 100,00



Aumento0,07

0000000000000001


1 / 308



Estável

0000000000000009


9 / 2 078



Aumento2

2013
7.º
120 982

0000000000002.42


2,42 / 100,00



Baixa0,60

0000000000000000


0 / 308



Baixa1

0000000000000008


8 / 2 086



Baixa1

2017
6.º
170 027

0000000000003.29


3,29 / 100,00



Aumento0,87

0000000000000000


0 / 308



Estável

0000000000000012


12 / 2 074



Aumento4


Eleições regionais



Região Autónoma dos Açores































































Data
CI.
Votos
%
+/-
Deputados
+/-
Status

2000
5.º
1 387

00000000000001.4


1,4 / 100




0000000000000000


0 / 52



Extra-parlamentar

2004
4.º
1 022

00000000000001.0


1,0 / 100



Baixa0,4

0000000000000000


0 / 52



Estável
Extra-parlamentar

2008
4.º
2 972

00000000000003.3


3,3 / 100



Aumento2,3

0000000000000002


2 / 57



Aumento2
Oposição

2012
4.º
2 428

00000000000002.3


2,3 / 100



Baixa1,0

0000000000000001


1 / 57



Baixa1
Oposição

2016
4.º
3 410

00000000000003.7


3,7 / 100



Aumento1,4

0000000000000002


2 / 57



Aumento1
Oposição


Região Autónoma da Madeira





















































Data
CI.
Votos
%
+/-
Deputados
+/-
Status

2004
5.º
5 035

00000000000003.7


3,7 / 100




0000000000000001


1 / 68



Oposição

2007
5.º
4 186

00000000000003.0


3,0 / 100



Baixa0,7

0000000000000001


1 / 47



Estável
Oposição

2011
9.º
2 512

00000000000001.7


1,7 / 100



Baixa1,3

0000000000000000


0 / 47



Baixa1
Extra-parlamentar

2015
6.º
4 850

00000000000003.8


3,8 / 100



Aumento2,1

0000000000000002


2 / 47



Aumento2
Oposição

Coordenadores


Ver também: Lista de coordenadores do Bloco de Esquerda



  • Francisco Louçã (2000 – 2012)


  • João Semedo (2012 – 2014) (Liderança bicéfala)


  • Catarina Martins (2012 – Presente) (Liderança bicéfala até 2014)



Referências




  1. ↑ Nordsieck, Wolfram (2015). «Portugal». Parties and Elections in Europe. Consultado em 15 de agosto de 2018 


  2. ↑ ab «Where is Portugal's Radical Left? — Global Politics». 11 de fevereiro de 2015. Consultado em 7 de janeiro de 2018 


  3. ↑ «Country profile – Portugal - Euroviews 2014». www.euroviews.eu. Consultado em 7 de janeiro de 2018 


  4. ↑ Wall, Derek (2010), The Rise of the Green Left: Inside the Worldwide Ecosocialist Movement, Pluto Press, p. 97 


  5. ↑ https://www.rtp.pt/noticias/politica/portugal-tem-um-indice-de-populismo-semelhante-a-franca-mas-de-esquerda-investigador_n998017


  6. ↑ «Bloco de Esquerda comemora décimo aniversário». Público (jornal). 28 de fevereiro de 2009. Consultado em 21 de maio de 2010 


  7. ↑ «Acórdão Nº 196/99». TC - Tribunal Constitucional de Portugal. 24 de Março de 1999. Consultado em 11 de Outubro de 2009 


  8. ↑ «Risque pays du Portugal : Politique». Société Générale (em French). Consultado em 3 de outubro de 2018  !CS1 manut: Língua não reconhecida (link).


  9. ↑ «Portugal - Political Parties - Elections». perspective.usherbrooke.ca (em French). Consultado em 11 de dezembro de 2018  !CS1 manut: Língua não reconhecida (link).


  10. ↑ «Portugal : la coalition de droite conserve le pouvoir». perspective.usherbrooke.ca (em French). 26 de outubro de 2015. Consultado em 11 de dezembro de 2018. Deux autres partis de « gauche » étaient en lice pour les élections. Premièrement, le Bloc de gauche, considéré par le journal The Guardian comme étant une version portugaise du parti politique grec anti-austérité Syriza, a récolté 10,2 % des suffrages (8).  !CS1 manut: Língua não reconhecida (link).


  11. ↑ «Portugal, Le paysage politique». BiblioMonde (em French). Consultado em 11 de dezembro de 2018  !CS1 manut: Língua não reconhecida (link).


  12. ↑ [1]


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  15. ↑ [2]


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  19. ↑ «A Ficha do Bloco». Miguel Vale de Almeida, in "Os Tempos que Correm. Consultado em 25 de Março de 2007 


  20. ↑ Renegociação da dívida é a “maior vitória política do Bloco até hoje”, Público Online, 22 de maio de 2011.


  21. ↑ «Bloco reduz deputados para metade e perde figuras de peso > Política > TVI24». Consultado em 9 de junho de 2011 


  22. ↑ «Miguel Portas morreu aos 53 anos». Público. 24 de Abril de 2012. Consultado em 16 de maio de 2015 


  23. ↑ ab «Daniel Oliveira demite-se do Bloco de Esquerda». Diário de Notícias. 5 de março de 2013. Consultado em 16 de maio de 2015 


  24. ↑ ab «Bloco de Esquerda perde apoiantes do Manifesto criado por Miguel Portas». Correio da Manhã. 12 de julho de 2014. Consultado em 16 de maio de 2015 


  25. ↑ «rupturafer abandona bloco e constitui um novo partido». Esquerda.net. Consultado em 11 de maio de 2015 


  26. ↑ «Bloco em risco de desintegração: Fórum Manifesto sai e UDP diverge». Publico. Consultado em 11 de maio de 2015 


  27. ↑ «Quem somos». Tempo de Avançar 


  28. ↑ «Deputados e Grupos Parlamentares: Deputados». Assembleia da República. Consultado em 23 de outubro de 2015 



Ligações externas



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