Ludovina Pessoa









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Ludovina Pessoa (Mahi, +/-1854 - ) natural da cidade Mahi (marri), daomeana, África. Era iniciada para o Vodun Ogun,[1] era auxiliada por sua filha-de-santo Maria Romana Moreira (Kposusi Romaninha) do vodun Kposu e Maria Valentina dos Anjos Costa (Mãe Hunyo ou Runhó) do Vodun Sogbo (1877-1975).


Foi escolhida pelos Voduns para fundar três templos na Bahia.[2]


Ela fundou:


  • templo para Dan; Kwé Sejá Hundé, mais conhecido como a Roça do Ventura ou Kpó Zehen (pó zerrêm) em Cachoeira de São Felix;[3]

  • templo para Heviossô Zoogodo Bogun Male Hundô Terreiro do Bogum em Salvador;

  • E o templo para Ajunsun que não se sabe porque não foi fundado. Esse é o segmento Jeje Mahi do povo Fon.

O templo de Ajunsun-Sakpata foi fundado mais tarde pela africana Gaiaku Satu, em Cachoeira e São Felix e recebeu o nome de Axé Kpó Egi, mais conhecido por Terreiro Cacunda de Yayá, que tem como sua representante a iyalorixá Maria de Lourdes Buana (Ya Ominibu Kafae foobá), filha de Mae Tança de Nanã (Jaoci) que era filha de Gayaku Satu.



Referências




  1. Os seguimentos da nação jeje


  2. Portal Vodum Ludovina Pessoa-O inicio do culto Djeje Mahi no Brasil


  3. Kwe Ceja Undé



  • [1] Brasil de todos os Orixás / Pai Roberto de Jagum; coordenação editorial: Diamantino Fernandes Trindade. – 1ª ed. – São Paulo: Ícone, 2013. ISBN 978-85-274-1214-8




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Ver também |



  • Candomblé

  • Candomblé Jeje

  • Sacerdotes do Candomblé




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