Michael Schumacher















































































Michael Schumacher

Schumi di GP Kanada 2011 cropped.jpg
Schumacher no GP do Canadá de 2011
Informações pessoais

Nome completo
Michael Schumacher

Apelido(s)

Schumi

Nacionalidade

alemão

Nascimento

3 de janeiro de 1969 (50 anos)
Hürth-Hermülheim, Renânia do Norte-Vestfália
 Alemanha Ocidental

Altura
1,74 m
Registros na Fórmula 1

Temporadas

1991–2006, 2010—2012

GPs disputados
308 (306 largadas)

Títulos
7 (1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004)

Vitórias
91

Pódios
155

Pontos
1566

Pole positions
68

Primeiro GP

GP da Bélgica de 1991

Último GP

GP do Brasil de 2012
Registros nas 24 Horas de Le Mans

Edições

1991

Equipes

Alemanha Team Sauber Mercedes

Vitórias em classe(s)
0



Assinatura.


Michael Schumacher (Pronuncia Alemã: Loudspeaker.svgˈmɪçaʔeːl ˈʃuːmaχɐ; ) (Hürth-Hermülheim, 3 de Janeiro de 1969) é um ex-automobilista alemão, sete vezes campeão da principal categoria do automobilismo, detém inúmeros recordes, incluindo voltas mais rápidas, maior número de campeonatos, vitórias, pontos marcados e mais corridas ganhas em uma única temporada - 2004. Em 2002 ele se tornou o único piloto na história da F1 a terminar entre os três primeiros em todas as corridas em um mesmo campeonato. Estatisticamente Michael Schumacher ocupa lugar especial ao lado de lendas como Juan Manuel Fangio, Jim Clark, Jackie Stewart, Alain Prost, Ayrton Senna, Niki Lauda, Lewis Hamilton e Fernando Alonso, considerado por muitos como o maior piloto de Fórmula 1 de todos os tempos.


Após três temporadas afastado da categoria que o consagrou, Schumacher retornou defendendo a Mercedes na temporada de 2010.[1]


Fora das pistas, Schumacher foi embaixador da UNESCO e orador para a segurança do motorista. Ele esteve envolvido em inúmeros esforços humanitários ao longo de sua vida e doou dezenas de milhões de dólares para a caridade. Michael e seu irmão Ralf Schumacher, são os únicos irmãos a vencer corridas na Fórmula 1, e eles foram os primeiros irmãos 1° e 2° lugar na mesma corrida, em Montreal em 2001 e novamente em 2003.




Índice






  • 1 Carreira


    • 1.1 O início


    • 1.2 Fórmulas König, Ford e F3


    • 1.3 Fórmula de protótipos e DTM


    • 1.4 Participação na Fórmula 3000 Japonesa


    • 1.5 Fórmula 1


      • 1.5.1 A Era Benetton


      • 1.5.2 A era Ferrari


        • 1.5.2.1 1996 a 1999


        • 1.5.2.2 2000 a 2004


        • 1.5.2.3 2005 e 2006




      • 1.5.3 Após a Fórmula 1


        • 1.5.3.1 2007


        • 1.5.3.2 2008


        • 1.5.3.3 2009






    • 1.6 O retorno a Fórmula 1




  • 2 Controvérsias


    • 2.1 Colisões que decidiram campeonatos


    • 2.2 Ordens de equipe


    • 2.3 Outros incidentes




  • 3 Acidente de esqui


  • 4 Estatísticas e recordes


    • 4.1 Carreira nos Monopostos


    • 4.2 Cronologia na Fórmula 1


    • 4.3 Resultados




  • 5 Outros resultados


    • 5.1 24 Horas de Le Mans[34]




  • 6 Referências


  • 7 Ligações externas





Carreira |



O início |


Com apenas quatro anos, Schumacher ganhou seu primeiro kart, na pequena cidade de Kerpen, na Alemanha, onde seu pai administrava o kartódromo da cidade e onde o piloto começou a carreira. Apesar de sonhar em ser jogador de futebol, começou a competir com quatorze anos, iniciando sua carreira profissional aos vinte e dois anos.



Fórmulas König, Ford e F3 |


Em 1987, Schumacher iniciou sua carreira em monopostos na Fórmula König. Nesta época, recebia investimento de dezesseis mil marcos alemães por corrida, de Jürgen Dilk. Acabou campeão da categoria. Em 1988, disputou a Fórmula Ford e foi vice-campeão. Passou para a Fórmula 3, tendo Willi Weber como seu novo empresário. Em 1989, termina em terceiro no campeonato, e no ano seguinte conquista seu segundo título de categorias "de base".[2]




Carro de Schumacher na Fórmula 3 em 1990.



Fórmula de protótipos e DTM |


Após anos de competições, em 1990, Michael foi escolhido em um programa de formação de jovens pilotos promissores financiado pela Mercedes-Benz. Teve como companheiros o alemão Heinz-Harald Frentzen e o austríaco Karl Wendlinger. Terminou o campeonato em quinto.


No final do ano, para aprimorar seu ritmo de corrida, a montadora decidiu dar-lhe um carro para o encerramento da temporada do DTM, em Hockenheim. Carro oficial, de fábrica, número 65. Mercedes-Benz 190 E 2.5/16 Evo 2, vencedor de cinco corridas no ano. Mesmo com o equipamento competitivo, Schumacher conseguiu só o 15º tempo nos treinos, quase 5s atrás do pole, Jelinski, da Audi.


A corrida do jovem piloto durou apenas uma curva, mas uma curva que mudou a história daquela temporada. Michael bateu na traseira do BMW de Johnny Cecotto, líder do campeonato, que brigava pelo título com Hans Von Stuck. Com o abandono do venezuelano, Stuck venceu as duas provas, ficando com a taça. Schumacher, com o carro destruído, sequer pôde correr na segunda bateria. E o autódromo, lotado, sequer imaginava que aquele novato atrapalhado seria aclamado anos depois.


Schumacher seguiu com a Mercedes em 1991. Disputou novamente o Mundial de Protótipos, vencendo uma corrida em Autópolis, no Japão. No meio do ano, mais uma oportunidade para correr no DTM. Seria no veloz circuito de rua de Norisring. Schumacher teve uma vez mais um carro oficial de fábrica, da equipe Zakspeed, com o francês Fabien Giroix e o alemão Roland Asch como companheiros. Asch fez a pole e largou na frente na primeira bateria. Schumacher foi apenas 19º no grid, terminando a corrida em 24º. Vitória do dinamarquês Kurt Thiim, da equipe... Mercedes. Com problemas mecânicos, Michael pouco correu na segunda prova do dia 30 de junho de 1991.


Um mês depois, na pista montada no aeroporto de Diepholz, Schumacher voltou a ocupar um Mercedes no Alemão de Turismo. Da mesma equipe Zakspeed, carro número 20. Nos treinos, a mísera 21ª colocação. Pole-position para Jacques Laffite, também da Mercedes. E abandono para Schumy, logo no começo. Na segunda bateria, largando novamente em 21º, uma atuação discreta até o 14ª lugar, posição final.


Os companheiros de Schumacher, Wendlinger e Frentzen, ingressaram na Fórmula 1 por intermédio da Sauber Mercedes, mas a estreia de Schumy seria antecipada.



Participação na Fórmula 3000 Japonesa |


Jochen Neerpash permitiu que Schumacher participasse, no verão no hemisfério norte de 1991, da Fórmula 3000 japonesa, a assim chamada Fórmula Nippon, pela Scuderia Suntory Team Le Mans, em um Ralt RT23 - Mugen MF308. Em Sugo, Schumacher fez uma boa corrida, chegando em segundo lugar, atrás do norte americano Ross Cheever.



Fórmula 1 |



A Era Benetton |


Em 1991 o piloto belga Bertrand Gachot foi preso por envolvimento em um acidente de trânsito. A Mercedes Benz viu uma oportunidade e pagou 300 mil dólares à Jordan Jordan pela vaga que Schumacher assumiria no Grande Prêmio da Bélgica. Schumacher foi convidado a disputar a prova e em apenas uma corrida chamou a atenção de Flávio Briatore ao conquistar a sétima posição na classificação. Na largada, ele pula para a 4ª posição, mas um problema na embreagem fez com que o jovem alemão de 22 anos abandonasse a prova de forma prematura, mas o recado foi o suficiente. Briatore despediu o piloto brasileiro Roberto Pupo Moreno e contratou Schumacher, formando dupla com o tricampeão Nelson Piquet na Benetton a partir do Grande Prêmio da Itália e logo de cara, o alemão termina em 5º lugar e os primeiros 2 pontos na carreira.




Schumacher testando um Jordan 191.


Na temporada de 1992, o alemão vence o GP da Bélgica, local que estreou na Fórmula 1 há um ano. É a sua primeira vitória na categoria e com o 2º lugar (6 pontos) no GP da Austrália, Schumacher finaliza o campeonato em 3º lugar e supera Ayrton Senna (abandonou a prova numa colisão com Nigel Mansell) por 3 pontos.[3]


Com apenas a vitória no GP de Portugal, Schumacher termina a temporada de 1993 em 4º com 52 pontos.


Em 1994, conquistou seu primeiro título mundial por apenas um ponto, após diversas polêmicas envolvendo as equipes Williams e Benetton, culminando no Grande Prêmio da Austrália, onde colidiu seu carro contra o de Damon Hill, numa controversa manobra. Neste mesmo ano, Schumacher havia sido banido por duas corridas. A FIA, no entanto, foi acusada pela equipe Benetton de favorecer a Williams, tentando tornar a temporada mais competitiva. Ainda assim, é campeão pela primeira vez e a equipe Benetton consegue também estrear um piloto campeão, apesar de falhar com o título de construtores.


Mas a suspeita de irregularidades em várias equipes relativas a presença de ajuda eletrônica foi indicada após investigação envolvendo Ferrari, McLaren e Benetton. Nos treinos para o GP do Pacífico, em Aida, a Ferrari admitiu ter usado controle de tração em seus dois carros, mas se retratou garantindo que não mais usaria o dispositivo eletrônico. Não houve punição por parte da FIA. Em Ímola (corrida que vitimou Ayrton Senna), a FIA encontrou softwares ilegais nos carros da Benetton e McLaren que inicialmente haviam se negado a entregar os seus códigos fonte. No entanto, beneficiando-se de uma brecha no regulamento - que dizia que os dispositivos jamais poderiam ser usados durante os GPs, mas não especificava sobre a possibilidade de existência dos mesmos -, a Benetton não pôde ser formalmente acusada, pois não houve provas de que esses mecanismos (Launch Control- Controle de Tração) tenham sido usados nos eventos oficiais. Já a McLaren, apesar de constatado o uso de um software ilegal durante o GP de San Marino não foi condenada pois a FIA considerou que a equipe acreditava que o dispositivo não era ilegal. Uma posterior investigação estava por ser iniciada quando a FIA descobriu que o técnico contratado tinha vínculos com a Benetton.


A única infração comprovada foi a respeito da bomba de gasolina: no GP da Alemanha, o carro de Jos Verstappen (companheiro de Schumacher na Benetton) foi incendiado: segundo a investigação da FIA, a remoção do filtro de segurança aumentava a fluência da gasolina para mais de 13 litros por segundo, ganhando 1 segundo em média por parada—suspeita-se que a Benetton e Schumacher obtiveram vantagens através deste artifício naquele ano em corridas anteriores ao GP da Alemanha, inclusive o GP do Brasil, quando superou Senna nos boxes. Na audiência da World Motor Sport Council, que julgou a questão da ausência do filtro de combustível foi elucidado, entre outras questões, que o time Benetton recebeu uma carta enviada pelo fabricante (Intertechnique) da bomba de combustível instruindo a remover o filtro de combustível. A Benetton ainda afirmou que Charlie Whiting, chefe do departamento técnico da Fórmula 1, havia autorizado a retirada do filtro de combustível, apesar de não ter sido apresentada nenhuma autorização por escrito pela equipe. Também concluiu-se que outras quatro equipes, cujos nomes não foram citados, estavam operando sem o filtro de combustível. A FIA decidiu não punir a Benetton e as demais equipes envolvidas desde que o filtro não fosse mais removido.


Ainda houve outras punições impostas a Schumacher nesta temporada.


No GP da Grã-Bretanha, casa de seu adversário, foi punido com um "stop & go" de 5 segundos por ultrapassagem em volta de apresentação. Schumacher daria 7 voltas na pista sem entrar nos boxes, o que motivou sua posterior desclassificação. Mesmo assim, Schumacher não abandonou o GP, cumprindo o stop & go nas voltas finais: a ideia de Flavio Briatore era que Schumacher, com tal punição, conseguisse o segundo lugar, mas o piloto perderia os pontos.


Esta decisão sofreu apelação pela equipe Benetton e foi anulada ainda durante a corrida, mas, apesar de anulada, acarretou nova punição inédita: banimento por duas corridas devido a desrespeito à bandeira preta. Um fato que coincidiria com as suspeitas dos dispositivos eletrônicos foi que a Benetton decidiu usar o carro reserva em ambas as etapas.


Nova polêmica foi no GP da Bélgica: uma surpreendente punição com desclassificação por possuir o assoalho do carro com desgaste um milímetro superior à margem de tolerância permitida no regulamento. A Benetton alegou que uma rodada de Schumacher e subseqüente passagem em caixa de britas durante a corrida teria alterado a medida. A FIA não aceitou as explicações e manteve a punição.





Benetton-Ford B194, carro que consagrou Michael Schumacher campeão mundial de F1 pela primeira vez na carreira.


Apesar das várias punições polêmicas e da guerra entre Benetton e FIA, pela primeira vez na história um piloto alemão foi consagrado campeão da Formula 1, e surpreendentemente com os motores Ford Zetec (algo que parecia impossível desde 1982 e que continua a ser nas temporadas atuais).


Em 1995, o piloto continua na equipe Benetton, agora equipada com motores Renault mais potentes do que no ano anterior, e sagra-se bicampeão mundial com relativa facilidade, mesmo que o carro tenha tido alguns problemas de estabilidade durante a temporada. Este ano foi marcado pela espetacular vitória no GP da Bélgica, em que largara na 16ª posição. Sua equipe torna-se campeã de construtores.



A era Ferrari |



1996 a 1999 |

Em 1996 o alemão transfere-se para a Ferrari, com a meta de quebrar o jejum da tradicional equipe: nenhum piloto havia sido campeão pilotando uma Ferrari nos quinze anos anteriores: depois do título de 1979, os melhores resultados foram os vice-campeonatos de 1982,1985 e 1990. Entre os construtores, a equipe não terminava em primeiro desde 1983. Porém, a equipe vinha em franca ascensão: depois de passar três anos (entre 1991 e 1993) sem vencer uma corrida, a Ferrari, que havia contratado Jean Todt, foi a única marca fora Benetton e Williams a vencer GPs em 1994 e 1995.




Schumacher celebrando o segundo lugar no Grande Prêmio da Alemanha em 1997.


Schumacher levou toda sua equipe técnica da Benetton (liderados pelo estrategista Ross Brawn). Em sua primeira corrida pela equipe italiana (Austrália), largou em quarto (atrás de seu companheiro, Eddie Irvine) e abandonou após trinta e duas voltas, devido a problemas em seus freios. Na corrida seguinte (Brasil), voltou a largar em quarto e, após um duelo com Rubens Barrichello, conquistou seu primeiro pódio pela Ferrari, ao completar a prova de Interlagos em terceiro. Na terceira etapa (Argentina), largou na primeira fila (segundo, ao lado de Damon Hill, o pole), mas não completou a prova devido a um problema no aerofólio traseiro. Na quarta etapa (Europa), largou em terceiro e chegou em segundo, colocação final que repetiu na etapa seguinte (San Marino, onde conquistou sua primeira pole pela Ferrari).


Em Mônaco, cravou nova pole-position, mas bateu ainda na primeira volta (nesta prova, apenas quatro carros chegaram ao fim, e o vencedor foi o francês Olivier Panis, com um Ligier). Finalmente, na sétima etapa (Espanha), em 2 de Junho de 1996, o alemão conquistou sua primeira vitória pela Ferrari, após largar em terceiro e dar um show de pilotagem debaixo de forte chuva. No restante da temporada, Michael conseguiu mais duas vitórias (Bélgica e Itália), somando, ao final da temporada, 59 pontos e finalizando o certame na terceira colocação, atrás somente dos pilotos da Williams, Damon Hill (campeão, 97 pontos) e Jacques Villeneuve (vice-campeão, 78 pontos).




Schumacher contra David Coulthard no Grande Prêmio da Grã-Bretanha em 1998.


O campeonato de 1997 foi problemático para Schumacher que enfrentou forte concorrência da Williams. Na última corrida do ano, ele jogou seu carro contra o de Jacques Villeneuve, tentando tirar seu rival da competição, mas falhou e perdeu a corrida. A FIA classificou a manobra do alemão como atitude antidesportiva e retirou-lhe o vice-campeonato (mas os pontos conquistados na temporada foram mantidos).[4] No final, Villeneuve ficou com o título.


Schumacher foi vice-campeão em 1998 e viu o piloto finlandês Mika Hakkinen, da McLaren, sagrar-se campeão mundial de Fórmula 1 pela primeira vez. A temporada, no entanto, foi disputada até a última etapa, e poderia ter dado o tricampeonato para Schumacher se David Coulthard, na Bélgica, não houvesse atirado com o alemão para fora da prova quando estava a ser ultrapassado, num grande prêmio disputado sobre um enorme dilúvio. Anos mais tarde, em 2003, após acidente semelhante envolvendo Fernando Alonso e David Coulthard, desta vez como vítima, o piloto escocês insinuou que causara o acidente de Spa intencionalmente, dando assim o título de pilotos ao companheiro de equipe.


Em 1999, o piloto acidentou-se durante a primeira volta após a primeira largada do GP da Grã-Bretanha, quando as rodas dianteiras travaram, impedindo o controle do carro que bateu violentamente no muro protegido por pneus. Schumacher fraturou a perna direita e ficou de fora de sete corridas, tendo perdido de forma irremediável o campeonato. Nessas sete corridas foi substituído pelo finlandês Mika Salo. Outro finlandês, Mika Hakkinen, sagrou-se bicampeão. O companheiro de Schumacher, o piloto norte-irlandês Eddie Irvine foi vice-campeão. Contudo Schumacher regressou a tempo das duas últimas corridas e ajudou a Ferrari a sagrar-se campeã de construtores após dezesseis anos sem títulos.



2000 a 2004 |



Schumacher na Ferrari em 2001, à frente de seu irmão, Ralf, no GP do Canadá de 2001.




Schumacher em Indianápolis, 2004, durante o Grande Prêmio dos Estados Unidos.


Entre os anos de 2000 e 2004 ganhou cinco títulos consecutivamente, feito nunca obtido antes, nem mesmo por Juan Manuel Fangio. E de 1999 a 2004, sua equipe conquistou seis títulos consecutivos de construtores, um feito também inédito, graças em grande parte aos esforços de Michael Schumacher e sua equipe, Ross Brawn, Aldo Costa, Jean Todt, Rory Byrne, Rubens Barrichello e vários outros.


Nesse período, de 2002 a 2004, Schumacher ganha os campeonatos, conquistando diversos recordes, muitos deles inéditos. Em 2002, houve uma polêmica corrida da Áustria, em que a Ferrari obrigou Rubens Barrichello, seu então companheiro de equipe, a entregar a vitória a Schumacher. Rubinho o fez após a última curva, antes da linha de chegada. Apesar de ter sido feito por diversas vezes na história da categoria, o jogo de equipe, neste caso provocou uma intensa vaia no pódio, justificados pelo campeonato ainda em seu início e pela proximidade com a bandeirada final, fato que se fez sentir ainda mais quando Schumacher, envergonhado, trocou de lugar no pódio com Barrichello. Em 2003 ele ganhou o campeonato na última corrida do ano por apenas dois pontos, tendo tido grandes dificuldades contra a nova geração de pilotos que estava surgindo na F1: Kimi Raikkonen, Juan Pablo Montoya e Fernando Alonso.



2005 e 2006 |



Schumacher no Grande Prêmio do Canadá em 2005.


Em 2005 Schumacher vence uma corrida, o Grande Prêmio dos Estados Unidos, disputado por apenas seis carros, após todos os carros equipados com pneus Michelin terem abandonado a corrida já que seus pneus não ofereciam garantias de segurança na curva que antecede a reta da meta. Com um carro problemático, em função da nova regra de pneus, termina a temporada na terceira colocação, atrás do espanhol Fernando Alonso (campeão) e do finlandês Kimi Räikkönen (vice).


Em 2006 perdeu seu derradeiro campeonato para Fernando Alonso, numa disputa acirrada com o espanhol, que mostrou que assim como Schumacher era um piloto muito rápido, constante e com raros erros naquela temporada. Superou a marca de pole positions de Senna e protagonizou, no Grande Prêmio de Mônaco, mais um acontecimento polêmico em sua carreira. Michael Schumacher parou sua Ferrari na saída da curva "Rascasse", provocando uma bandeira amarela no local e prejudicando teoricamente a volta de seu principal adversário, o espanhol Fernando Alonso. Apesar de conquistar a pole-position, os comissários decidiram, após quase oito horas de reunião e análise, que ele deveria ser punido, largando da última posição. Esta Punição foi rebatida pelo chefe de equipe Jean Todt que alegou ter sido imposta sem qualquer evidencia real e apesar da telemetria do seu carro mostrar claramente que ele havia feito aquilo de propósito. Na prova de Mônaco de 2007 este mesmo incidente gerou nova discussão após o também piloto da Ferrari, Kimi Raikkonen, ter ficado preso no mesmo ponto do circuito, ainda que neste caso o carro tenha sido danificado na curva anterior. Apesar da punição, no dia seguinte conseguiria acabar a corrida em quinto lugar em uma de suas mais impressionantes performances. Sua última corrida foi no Grande Prêmio do Brasil, realizado em Interlagos, São Paulo, em 22 de Outubro de 2006. Apesar de ter tido vários problemas com sua Ferrari, o alemão fez questão de brindar todos os fãs de Fórmula 1 com uma das suas mais inesquecíveis corridas, realizando uma série de brilhantes ultrapassagens que o levaram a um quarto lugar final. Michael Schumacher se aposentou da Fórmula 1 conquistando praticamente todos os mais importantes recordes da categoria.


O ano de 2006 foi a última temporada de Schumacher, e foi, segundo muitos especialistas, uma de suas melhores temporadas. Tanto ele como Alonso tiveram problemas mecânicos durante o campeonato, e a vantagem em desempenho do carro Renault no início de 2006 foi revertida em favor da Ferrari após polemicamente a FIA banir os amortecedores de massa utilizados pela Renault. No final ambos tiveram equipamento relativamente equilibrado para disputar o campeonato que só foi decidido em Interlagos.



Após a Fórmula 1 |



2007 |

Recebeu o Prêmio Príncipe das Astúrias, concedido pela Fundación Príncipe de Asturias, na cidade de Oviedo, na Espanha.


Em novembro, participou dos treinos pós-temporada na Espanha, pilotando o modelo utilizado pela Ferrari em 2007 (F2007), que deu o título de pilotos ao finlandês Kimi Raikkonen.


Também em novembro veio ao Brasil participar do "Desafio das Estrelas" de Kart, realizado no Kartódromo dos ingleses, em Florianópolis. Sagrou-se campeão geral, fazendo o melhor tempo da competição, e vencendo a primeira das duas baterias disputadas. Na segunda bateria, após inversão das posições, largando em oitavo por ter sido vencedor da primeira bateria, chegou a disputar a liderança, porém envolveu-se em um toque com o então líder da corrida, Thiago Camilo (piloto da Stock Car), perdendo posições e chegando em sexto. Disputaram com ele diversos pilotos de várias categorias, entre eles Nelsinho Piquet, Felipe Massa, Rubens Barrichello, Luciano Burti, Lucas Di Grassi e outros pilotos brasileiros de renome.



2008 |

Schumacher volta a participar do Desafio Internacional das Estrelas, mas não consegue obter a vitória como no ano anterior. Na primeira bateria, largando em quarto lugar, perde posições na largada, e volta a se recuperar durante a prova, mas comete um erro e perde o controle ao passar por uma zebra, logo após ultrapassar Rubens Barrichello e assumir a segunda posição. Após rodar, tem seu kart atingido e a carenagem danificada. A prova acabou sendo encerrada antes do tempo por causa da chuva, com a vitória de Barrichello e Michael finalizando em quarto lugar.


Na segunda bateria Schumacher abandonou a corrida, por problemas no seu kart. Felipe Massa, seu ex-companheiro de Ferrari, venceu a prova. O campeão do evento acabou sendo Barrichello pela somatória dos resultados.




Schumacher testando sua Mercedes no Circuito de Jerez em fevereiro de 2010.



2009 |

Após acidente com o piloto Felipe Massa, durante o treino classificatório para o Grande Prémio da Hungria, em que foi atingido na cabeça por uma mola que escapou do carro de Rubens Barrichello[5], Michael Schumacher chegou a ser anunciado como substituto enquanto o piloto brasileiro estivesse afastado. Ainda no hospital, Felipe Massa aceitou bem a decisão da substituição temporária por Schumacher.[6] Porém com fortes dores no pescoço causadas por um acidente de moto em fevereiro e sem poder testar o Ferrari F60, Schumacher desistiu de voltar a F1. O substituto inicial de Felipe Massa foi o italiano Luca Badoer,[7] mas Giancarlo Fisichella assumiu o posto a partir do Grande Prêmio da Itália.



O retorno a Fórmula 1 |


No dia 23 de dezembro de 2009, a Mercedes GP anunciou na Alemanha o retorno do heptacampeão, aos 41 anos, à Fórmula 1.[8] Michael Schumacher se torna piloto da Mercedes, equipe que surgiu após a compra da vitoriosa Brawn GP, por três temporadas por sete milhões de euros. O veterano corre ao lado do compatriota Nico Rosberg. Michael Schumacher foi o piloto mais experiente do grid até 2012, sendo também o único que correu com os grandes do começo da década de 90, como Ayrton Senna, Alain Prost, Nigel Mansell, Nelson Piquet entre outros. O piloto conseguiu corridas e recuperações históricas, mas não tinha a mesma performance de antes. Até 2012, seus melhores resultados eram quartos lugares. Ele subiu ao pódio pela 155ª e última vez no GP da Europa, numa corrida em que largou na 12ª posição e terminou em 3º lugar.


Mesmo com esse feito, o ano foi o único em que ele não esteve entre os 10 primeiros, tendo disputado ele inteiro, o que não ocorreu em 1991. Ele teve muitos abandonos e, além desse, seu melhor resultado foi um 6º lugar na Itália. Porém, o piloto teve uma boa despedida: um 7º lugar no Brasil, tendo largado em 14º.



Controvérsias |


Durante sua longa carreira, Schumacher esteve envolvido em diversos incidentes, que causaram controvérsia. Schumacher tem sido condenado na mídia britânica por seu envolvimento em colisões que decidiram os títulos de 1994 e 1997.[9] Os jornais alemães e italianos condenaram amplamente suas ações em 1997.[10] O incidente de 1994 foi visto pela FIA como um incidente de corrida e não trouxe nenhuma sanção, mas o incidente de 1997 desclassificou Schumacher do campeonato.



Colisões que decidiram campeonatos |


Indo para o Grande Prêmio da Austrália, a corrida final da temporada de 1994, Schumacher estava apenas 1 ponto na frente de Damon Hill no campeonato. Schumacher liderou a corrida desde o início, com Hill o acompanhando de perto. Na volta 35, Schumacher errou o traçado e saiu da pista, batendo numa parede com as rodas do lado direito.[11] Não se sabia se o carro de Schumacher havia sido danificado, mas ele retornou para a pista em velocidade reduzida, ainda liderando a corrida. Na curva seguinte, quando Hill tentou ultrapassá-lo por dentro, enquanto Schumacher estava virando a curva, Schumacher jogou seu carro de forma proposital contra o carro de Hill e acabaram colidindo. O carro de Schumacher saiu da corrida. Hill foi ao pit imediatamente e retirou-se da corrida com danos irreparáveis. Como nenhum piloto pontuou, Schumacher levou o título[12]


As opiniões ficaram divididas sobre o incidente. Escritor, e jornalista de Fórmula 1, o britânico Alan Henry escreveu que Schumacher foi responsabilizado por "muitos membros da F1" para o incidente. No entanto, o comentarista de Fórmula 1 Murray Walker acredita que não foi um movimento deliberado.[13] Os comissários de corrida consideraram um acidente de corrida e não tomaram nenhuma ação contra qualquer piloto.


Em 1997, no Grande Prêmio da Europa em Jerez, a última corrida da temporada, Schumacher liderava o campeonato novamente por 1 ponto, desta vez, sobre Jacques Villeneuve. O piloto canadense começou a corrida na pole position. Na primeira curva da corrida, Schumacher estava na frente de Villeneuve. Na volta 48, Villeneuve passou Schumacher na curva "Dry Sack". Como ele fez isso, Schumacher virou o carro para dentro do carro Williams, a roda direita da frente da Ferrari de Schumacher bateu no pod do lado esquerdo do carro de Villeneuve. Schumacher saiu da corrida imediatamente, enquanto Villeneuve foi capaz de terminar a corrida em terceiro lugar, ganhando quatro pontos e assim se tornando o Campeão do Mundo.


Duas semanas depois da corrida, Schumacher teve seus resultados excluídos da temporada depois de uma audiência disciplinar da FIA que o desqualificou, achando que sua manobra "foi uma reação instintiva e, embora não intencional feita com malícia ou premeditação. Foi um erro grave." Isto fez dele o único piloto na história do esporte a ser desclassificado de um Campeonato do Mundo[14]. Schumacher aceitou a decisão[15] e admitiu ter cometido um erro.



Ordens de equipe |


Historicamente, ordens de equipe sempre foram algo aceito na Fórmula 1. No entanto, durante o mandato de Schumacher na Benetton e Ferrari, a equipe muitas vezes empregava "ordens de equipe" como uma questão de rotina. Schumacher, em geral, era beneficiado, com exceção do final de 2 corridas de 1999, quando ele apoiou a busca pelo título do seu companheiro de equipe, Eddie Irvine.[16] Isto não atraiu controvérsia significativa nos anos em que Schumacher estava claramente envolvido em uma batalha pelo título com pilotos de outras equipes, mas nos seus anos de dominância (2000-2004) viram muitos acusarem ele e a Ferrari de implantarem "ordens de equipe" de uma forma que minaram o desporto e prejudicaram sua credibilidade.


No Grande Prêmio da Áustria de 2002, o companheiro de Schumacher, Rubens Barrichello, foi pole e liderou a corrida desde o início. Nos metros finais da corrida, o piloto brasileiro, sob as ordens da Ferrari, diminuiu a velocidade do seu carro próximo da linha de chegada para abrir caminho para Schumacher passar e vencer a corrida.[17] Fãs irritados que estavam assistindo a corrida alegaram que as ações da equipe mostraram uma falta de desportivismo e respeito aos espectadores, com muitos afirmando que Schumacher não precisava ser "presenteado" com a vitória no que era apenas a 6ª corrida da temporada, sobretudo tendo em conta que ele já havia ganhado 4 dos últimos 5 Grands Prix, e que Barrichello dominou o fim de semana até aquele ponto. Na cerimônia do pódio, Schumacher puxou Barrichello para o degrau mais alto e, por esta perturbação, a equipe Ferrari sofreu uma multa de U$ 1 milhão.[18] Essa foi a única penalidade sofrida pela Ferrari, pois apesar dos protestos, a troca de posições não quebrou qualquer regra. Mais tarde, no final do Grand Prix dos EUA de 2002, Schumacher reduziu a velocidade perto da linha de chegada, fazendo Barrichello vencer por 11 milésimos de segundo, a segunda margem de vitória mais próxima da história da F1. Ninguém, incluindo Barrichello, parecia saber por que Schumacher o fez, e a explicação do próprio Schumacher variou entre "devolver o favor" da Áustria (agora que o título de Schumacher estava seguro), ou tentando projetar um empate (uma façanha ridicularizada como quase impossível, em um esporte onde os tempos são medidos em milésimos de segundo).[19] A FIA baniu "ordens de equipe, que interferem com o resultado da corrida".[20]



Outros incidentes |


Em 1990, no GP de Macau de F3, Mika Hakkinen estava tentando uma ultrapassagem sobre Schumacher na última volta da 2ª bateria, e Michael deliberadamente desviou o carro para a direita numa manobra de defender a posição, fazendo com que Mika Hakkinen perdesse o controle e batesse no muro. Michael acabou ganhando a corrida e o confronto em Macau, já que Hakkinen ganhou a primeira bateria e não completou a segunda devido ao acidente.


Em 1995, Schumacher e a Benetton foram publicamente determinados a não incorrer em tal controvérsia, mas tiveram um mau começo, quando Schumacher e David Coulthard, piloto da Williams, foram desclassificados por irregularidades no combustível. No recurso, os dois pilotos tiveram seus resultados e pontos reintegrados, mas ambas as equipes perderam os pontos no campeonato de construtores.


O restante do ano de 1995 foi sem grande controvérsia, embora a luta pelo título com Damon Hill tenha se tornado muito intensa e amarga, especialmente após suas colisões nos GPs da Inglaterra e Itália, que obrigou ambos os pilotos a abandonarem a corrida. Da mesma forma, nos dois primeiros anos de sua carreira na Ferrari, passou com pouca controvérsia, até a última corrida de 1997.


Em 1998, o Grande Prémio do Canadá viu Schumacher ser acusado de condução perigosa quando a sua saída do pitlane forçou Heinz-Harald Frentzen da Williams a sair fora da pista e da corrida. Apesar de ter recebido uma pena de 10 segundos, Schumacher se recuperou e venceu a corrida. Na conferência de imprensa, ele acusou publicamente Damon Hill de ondular perigosamente na luta por posições, dizendo: "Se você quiser me matar, encontre outra maneira", uma afirmação que foi condenada e considerada hipocrisia, ou uma manobra cínica de desviar a atenção das suas ações com Frentzen.[21]


À duas voltas do final do GP da Grã-Bretanha de 1998, Michael Schumacher liderava a corrida quando ele recebeu uma ordem de stop-and-go por ultrapassar Alexander Wurz, durante os momentos iniciais de um período de safety car. Esta sanção devia ter envolvido entrar no pit lane e parar por 10 segundos. Mas como a pena foi dada com menos de 12 voltas, e desde que foi divulgado como uma nota manuscrita, a equipe Ferrari estava confusa se a pena foi um stop and go ou apenas uma penalidade de 10 segundos a ser adicionado ao tempo de corrida de Schumacher. A regulamentação previa que um condutor deve cumprir a sua pena no prazo de três voltas da pena a ser emitidas, e na terceira volta, após ter recebido a pena, Schumacher foi ao pit lane para cumprir sua pena. No entanto, esta foi a última volta da corrida, e como o pit da Ferrari era após a linha de chegada, tecnicamente Schumacher terminou a corrida antes do cumprimento da pena. Os comissários inicialmente resolveram o problema colocando 10 segundos no tempo de Schumacher na corrida, e mais tarde anularam a pena completamente devido a irregularidades na forma como a pena foi emitida.[22]


Na mesma época, depois de uma colisão, enquanto tentava dar uma volta em David Coulthard em um pesado "spray" de água durante o Grande Prêmio da Bélgica, Schumacher invadiu a garagem da McLaren e, como no incidente com Hill, no Canadá, acusou David Coulthard de tentar matá-lo . Os telespectadores viram um furioso Schumacher gritando com o piloto escocês, enquanto que os membros da equipe McLaren e Ferrari tentavam contê-lo e afastá-lo da garagem da McLaren.


Menor controvérsia surgiu no GP da Áustria em 2000, onde, após ser atingido na primeira curva, Schumacher moveu lentamente seu carro do cascalho, e abandonou-o no meio da pista durante a corrida. Os críticos viram nisso uma tentativa (sem sucesso) para forçar o diretor de prova para reiniciar a corrida (regras do ano 2000 permitiriam que ele reiniciasse no carro reserva).


Embora Schumacher tivesse obtido a pole position durante a qualificação para o Grande Prêmio de Mônaco de 2006, houve controvérsia perto do final da sessão. Schumacher parou seu carro na curva Rascasse, bloqueando parcialmente o circuito, enquanto seu principal concorrente para o título da temporada, Fernando Alonso, estava em sua volta de qualificação. Schumacher afirmou que ele simplesmente teve as rodas bloqueadas na curva e que o carro parou em seguida, quando tentou reverter[23]. Alonso acredita que ele teria sido o pole, se o incidente não tivesse acontecido[24]. Schumacher foi mais tarde retirado da pole position pelos comissários de corrida e começou a corrida na parte de trás do grid.


Em maio de 2010, os comissários do GP de Mônaco decidiram punir Michael Schumacher com o acréscimo de 20 segundos ao seu tempo final de prova por uma ultrapassagem ilegal sobre Fernando Alonso na última volta do GP. Quando o safety car deixou a pista, já na última volta, após uma colisão entre Karun Chandhok e Jarno Trulli, o alemão aproveitou para superar Alonso na entrada da curva Anthony Noghes. Ele assumiu a sexta posição neste momento da corrida. Segundo o artigo 40.13 do regulamento esportivo da Fórmula 1, "se a corrida termina enquanto o safety car estiver na pista, ele entrará no pit lane no fim da última volta e os carros receberão a bandeira quadriculada normalmente sem ultrapassagens."[25]


Em agosto de 2010, no GP da Hungria, Rubens Barrichello da Williams tentava ultrapassar Schumacher e, enquanto realizava o movimento, quase foi jogado ao encontro do muro da prova pelo alemão. Schumacher foi punido com a perda de 10 posições no grid na corrida posterior, no GP da Bélgica.[26]



Acidente de esqui |


No dia 29 de dezembro de 2013, Schumacher envolveu-se num grave acidente enquanto esquiava na estação de Meribel nos Alpes Franceses. O ex-piloto bateu a cabeça numa pedra e, mesmo estando de capacete, entrou em coma. Schumacher estava esquiando por uma área não delimitada entre duas pistas marcadas naquele momento.[27][28][29] Ele foi atendido por dois patrulheiros e levado de helicóptero quinze minutos depois para o hospital local em Moûtiers e depois para Centre Hospitalier Universitaire de Grenoble, um hospital regional que se especializa no tratamento de lesões cerebrais. Lá foi verificado que o alemão, apesar de estar de capacete no momento do acidente, teve um traumatismo craniano grave, o que exigiu uma intervenção cirúrgica imediata.


Em 16 de junho de 2014, Sabine Kehm, assessora de imprensa de Michael Schumacher, informou, em comunicado, que o piloto tinha saído do coma e sido transferido para o Hospital Universitário de Vaud, em Lausanne, na Suiça, para continuar o processo de reabilitação.[30]


Em 9 de setembro de 2014, o antigo campeão mundial de Fórmula 1 saiu do hospital suíço onde se encontrava internado e continuou a sua recuperação em casa. Depois disso pouco foi dito em relação ao estado de saúde de Schumi, no entanto, a última notícia foi animadora. Médicos iniciaram um novo tipo de tratamento no heptacampeão e informaram que ele estava reagindo bem. Disseram também que se Schumacher continuasse reagindo assim, existiria a possibilidade de recuperação, mesmo que reduzida.[31]


Em 2016, o diário britânico "The Sun" divulgou que a família do ex-piloto alemão estaria gastando cerca de R$20 milhões por ano em tratamento. O mesmo diário também divulgou que em 2013, pouco antes de sofrer o acidente, a fortuna do alemão estava avaliada em cerca de R$ 36,6 bilhões.[32]


No dia 18 de dezembro de 2018, após quase cinco anos, é divulgado que Michael Schumacher não respira mais por aparelhos. [33]



Estatísticas e recordes |





GP dos EUA de 2004



  • Número de corridas: 308

  • Número de vitórias: 91

  • Total de pontos: 1566

  • Pódios: 155

  • Schumacher é o único piloto a ter terminado uma temporada inteira no pódio, em 2002. (17 pódios)

  • Pódios seguidos: 19 (2001-2002) - GP dos Estados Unidos de 2001 até o GP do Japão de 2002


  • Pole positions: 68*

  • Corridas seguidas com pontos: 24 (2001-2003) - GP da Hungria de 2001 até o GP da Malásia de 2003


  • 22 vezes fez a pole, venceu a corrida e fez a melhor volta

  • Vitória largando da pole position: 40

  • Vitórias no mesmo grande prémio: 8 (França) - 1994, 1995, 1997, 1998, 2001, 2002, 2004 e 2006

  • Temporadas seguidas com vitória: 15 - (1992-2006)

  • Melhores voltas: 77

  • Pontos na mesma temporada: 148 (2004) - de 180 possíveis, ou seja, 82,22%

  • Vitórias na mesma temporada: 13 (2004) - em 18 GPs, ou seja, 72,22% de vitórias

  • Vitórias seguidas numa temporada: 7 (2004)

  • Segundos lugares: 43

  • Voltas na liderança: 4741


  • 247,585 km/h maior média de velocidade em uma corrida

  • Maior período como campeão: 4 anos, 11 meses e 17 dias (8 de Outubro de 2000 a 25 de Setembro de 2005)

  • Único piloto com um vice-campeonato cassado pela FIA: 1997

  • Maior número de sanções aplicadas pela FIA: 10

  • Maior pontuação de um vice-campeão: 121 (2006)

  • Título mais rápido: 2002 (foi campeão em Julho com seis corridas de antecedência)

  • Título com maior vantagem de pontos: 77 (2002)

  • Schumacher e o brasileiro Rubens Barrichello também têm o recorde de dobradinhas na história da Fórmula 1: 24 (2000-2005)

  • Títulos mundiais: 7 (1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004)

  • Fortuna avaliada (2006): 1 bilhão de dólares

  • Último piloto com mais de 40 anos a disputar um GP de Fórmula 1 (aos 43 anos, 10 meses e 22 dias, pela Mercedes, no GP do Brasil de 2012)


(*) Apesar de conquistar o melhor tempo no GP de Mônaco Schumacher não largou na pole devido a uma punição após o acidente com Bruno Senna no GP da Espanha.



Carreira nos Monopostos |










































































































































































































































































































































Temporada
Campeonato
Equipe
Corridas
Poles
Vitórias
Pontos
Classificação

1988

Fórmula Ford 1600 Europeia

Eufra Racing
4
1
2
50

Fórmula Ford 1600 Alemã
Eufra Racing
6
1
3
124


Fórmula König
Hoecker Sportwagenservice
10
1
9
192


1989

Fórmula 3 Alemã

WTS Racing
12
2
2
163


Taça Européia de Fórmula 3
WTS Racing
1
0
0
N/A
NC

Grande Prêmio de Macau
WTS Racing
1
0
0
N/A
NC

1990

World Sportscar Championship

Team Sauber Mercedes
3
0
1
21
=5º
Fórmula 3 Alemã
WTS Racing
11
6
5
148

Taça Européia de Fórmula 3
WTS Racing
1
1
0
N/A
NC
Grande Prêmio de Macau
WTS Racing
1
0
1
N/A


1991

Fórmula 1

Jordan
1
0
0
0
14º

Benetton
5
0
0
4

World Sportscar Championship

Team Sauber Mercedes
8
0
1
43
=9º

Deutsche Tourenwagen Meisterschaft

Zakspeed Mercedes
4
0
0
0
NC

Fórmula 3000 Japonesa

Team Le Mans
1
0
0
6
12º

1992

Fórmula 1

Benetton
16
0
1
53


1993

Fórmula 1

Benetton
16
0
1
52


1994

Fórmula 1

Benetton
14
6
8
92


1995

Fórmula 1

Benetton
17
4
9
102


1996

Fórmula 1

Scuderia Ferrari
16
4
3
59


1997

Fórmula 1

Scuderia Ferrari
17
3
5
78*

DSQ

1998

Fórmula 1

Scuderia Ferrari
16
3
6
86


1999

Fórmula 1

Scuderia Ferrari
10
3
2
44


2000

Fórmula 1

Scuderia Ferrari
17
9
9
108


2001

Fórmula 1

Scuderia Ferrari
17
11
9
123


2002

Fórmula 1

Scuderia Ferrari
17
7
11
144


2003

Fórmula 1

Scuderia Ferrari
16
5
6
93


2004

Fórmula 1

Scuderia Ferrari
18
8
13
148


2005

Fórmula 1

Scuderia Ferrari
19
1
1
62


2006

Fórmula 1

Scuderia Ferrari
18
4
7
121


2010

Fórmula 1

Mercedes Grand Prix
19
0
0
72


2011

Fórmula 1

Mercedes Grand Prix
19
0
0
76


2012

Fórmula 1

Mercedes Grand Prix
20
0
0
49
12º

(*) Desclassificado.



Cronologia na Fórmula 1 |













































































































































































































































































































































Ano
Equipe
Carro/Chassis
Motor
Pneus
Grande
Prêmios
Vitórias
Poles
Voltas
Mais
Rápidas
Pontos
Total
de
Pontos
Posição

1991
Team 7Up Jordan

Jordan 191

Ford HB V8

G
1
-
-
-
-

4

14º

Camel Benetton Ford

Benetton B191

P
5
-
-
-
4

1992

Camel Benetton Ford

Benetton B191B

Ford HB V8

G
3
-
-

11

53



Benetton B192
13
1
-
2
42

1993

Camel Benetton Ford

Benetton B193

Ford HB V8

G
2
-
-
1
4

52



Benetton B193B
14
1
-
4
48

1994

Mild Seven Benetton Ford

Benetton B194

Ford Zetec V8

G
14
8
6
8
92

92

Campeão

1995

Mild Seven Benetton Renault

Benetton B195

Renault V10

G
17
9
4
8
102

102

Campeão

1996

Scuderia Ferrari

Ferrari F310

Ferrari V10

G
15
3
4
2
59

59



1997

Scuderia Ferrari Marlboro

Ferrari F310B

Ferrari V10

G
17
5
3
3
78

781

DSQ

1998

Scuderia Ferrari Marlboro

Ferrari F300

Ferrari V10

G
16
6
3
6
86

86



1999

Scuderia Ferrari Marlboro

Ferrari F399

Ferrari V10

B
10
2
3
5
44

44



2000

Scuderia Ferrari Marlboro

Ferrari F2000

Ferrari V10

B
17
9
9
2
108

108

Campeão

2001

Scuderia Ferrari Marlboro

Ferrari F2001

Ferrari V10

B
17
9
11
3
123

123

Campeão

2002

Scuderia Ferrari Marlboro

Ferrari F2001

Ferrari V10

B
2
1
1
-
14

144

Campeão

Ferrari F2002
15
10
6
7
130

2003

Scuderia Ferrari Marlboro

Ferrari F2002

Ferrari V10

B
4
1
2
2
18

93

Campeão

Ferrari F2003-GA
12
5
3
3
75

2004

Scuderia Ferrari Marlboro

Ferrari F2004

Ferrari V10

B
18
13
8
10
148

148

Campeão

2005

Scuderia Ferrari Marlboro

Ferrari F2004M

Ferrari V10

B
2
-
-
-
2

62



Ferrari F2005
17
1
1
3
60

2006

Scuderia Ferrari Marlboro

Ferrari 248 F1

Ferrari V8

B
18
7
4
7
121

121



2010

Mercedes GP Petronas F1 Team

Mercedes MGP W01

Mercedes V8

B
19
0
0
0
72

72



2011

Mercedes GP Petronas F1 Team

Mercedes MGP W02

Mercedes V8

P
19
0
0
0
76

76



2012

Mercedes AMG Petronas F1 Team

Mercedes F1 W03

Mercedes V8

P
20
0
0
1
49

49

12º

↑1 Michael Schumacher perdeu o 2º lugar no campeonato pela sua condução antiesportiva com a intenção de tirar de forma deliberada o canadense Jacques Villeneuve na última prova, mas os pontos conquistados pelo alemão na temporada foram mantidos.[4]



Resultados |


(legenda) Corrida em negrito indica pole position e em itálico indica volta mais rápida.



































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































Ano
Equipe
Chassis
Motor
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20

Pontos
Posição

1991
Team 7Up Jordan

191

Ford HB4
3.5L V8

USA
TD

BRA
TD

SMR
TD

MON
TD

CAN
TD

MEX
TD

FRA
TD

GBR
TD

GER
TD

HUN
TD

BEL
Ret
G










4

14º

Camel Benetton Ford

B191

Ford HB5
3.5L V8












ITA
5
P

POR
6
P

ESP
6
P

JPN
Ret
P

AUS
Ret
P





1992

Camel Benetton Ford

B191B

Ford HB VI/VII
3.5L V8

RSA
4
G

MEX
3
G

BRA
3
G


















53



B192




ESP
2
G

SMR
Ret
G

MON
4
G

CAN
2
G

FRA
Ret
G

GBR
4
G

GER
3
G

HUN
Ret
G

BEL
1
G

ITA
3
G

POR
7
G

JPN
Ret
G

AUS
2
G





1993

Camel Benetton Ford

B193

Ford HBA7
3.5L V8

RSA
Ret
G

BRA
3
G



















52



B193B



EUR
Ret
G

SMR
2
G

ESP
3
G

MON
Ret
G

CAN
2
G

FRA
3
G

GBR
2
G

GER
2
G

HUN
Ret
G

BEL
2
G

ITA
Ret
G

POR
1
G

JPN
Ret
G

AUS
Ret
G





1994

Mild Seven Benetton Ford

B194

Ford ECA Zetec-R
3.5L V8

BRA
1
G

PAC
1
G

SMR
1
G

MON
1
G

ESP
2
G

CAN
1
G

FRA
1
G

GBR
DSQ
G

GER
Ret
G

HUN
1
G

BEL
DSQ
G

ITA
EX

POR
EX

EUR
1
G

JPN
2
G

AUS
Ret*
G





92



1995

Mild Seven Benetton Renault

B195

Renault RS7
3.0L V10

BRA
1
G

ARG
3
G

SMR
Ret
G

ESP
1
G

MON
1
G

CAN
5
G

FRA
1
G

GBR
Ret
G

GER
1
G

HUN
11
G

BEL
1
G

ITA
Ret
G

POR
2
G

EUR
1
G

PAC
1*
G

JPN
1
G

AUS
Ret
G




102



1996

Scuderia Ferrari Marlboro

F310

Ferrari 046 3.0L V10

AUS
Ret
G

BRA
3
G

ARG
Ret
G

EUR
2
G

SMR
2
G

MON
Ret
G

ESP
1
G

CAN
Ret
G

FRA
DNS
G

GBR
Ret
G

GER
4
G

HUN
9
G

BEL
1
G

ITA
1
G

POR
3
G

JPN
2
G





59



1997

Scuderia Ferrari Marlboro

F310B

Ferrari 046/2 3.0L V10

AUS
2
G

BRA
5
G

ARG
Ret
G

SMR
2
G

MON
1
G

ESP
4
G

CAN
1
G

FRA
1
G

GBR
Ret
G

GER
2
G

HUN
4
G

BEL
1
G

ITA
6
G

AUT
6
G

LUX
Ret
G

JPN
1
G

EUR
Ret
G




781

DSQ

1998

Scuderia Ferrari Marlboro

F300

Ferrari 047 3.0L V10

AUS
Ret
G

BRA
3
G

ARG
1
G

SMR
2
G

ESP
3
G

MON
10
G


CAN
1
G

FRA
1
G

GBR
1
G

AUT
3
G

GER
5
G

HUN
1
G

BEL
Ret
G

ITA
1
G

LUX
2
G

JPN
Ret
G





86



1999

Scuderia Ferrari Marlboro

F399

Ferrari 048 3.0L V10

AUS
8
B

BRA
2
B

SMR
1
B

MON
1
B

ESP
3
B

CAN
Ret
B

FRA
5
B

GBR
Ret
B

AUT
INJ

GER
INJ

HUN
INJ

BEL
INJ

ITA
INJ

EUR
INJ

MAL
2
B

JPN
2
B





44



2000

Scuderia Ferrari Marlboro

F1-2000

Ferrari 049 3.0L V10

AUS
1
B

BRA
1
B

SMR
1
B

GBR
3
B

ESP
5
B

EUR
1
B

MON
Ret
B

CAN
1
B

FRA
Ret
B

AUT
Ret
B

GER
Ret
B

HUN
2
B

BEL
2
B

ITA
1
B

USA
1
B

JPN
1*
B

MAL
1
B




108



2001

Scuderia Ferrari Marlboro

F2001

Ferrari 050
3.0L V10

AUS
1
B

MAL
1
B

BRA
2
B

SMR
Ret
B

ESP
1
B

AUT
2
B

MON
1
B

CAN
2
B

EUR
1
B

FRA
1
B

GBR
2
B

GER
Ret
B

HUN
1*
B

BEL
1
B

ITA
4
B

USA
2
B

JPN
1
B




123



2002

Scuderia Ferrari Marlboro
F2001

Ferrari 050
3.0L V10

AUS
1
B

MAL
3
B



















144



F2002

Ferrari 051 3.0L V10



BRA
1
B

SMR
1
B

ESP
1
B

AUT
1
B

MON
2
B

CAN
1
B

EUR
2
B

GBR
1
B

FRA
1*
B

GER
1
B

HUN
2
B

BEL
1
B

ITA
2
B

USA
2
B

JPN
1
B




2003

Scuderia Ferrari Marlboro
F2002

Ferrari 051 3.0 V10

AUS
4
B

MAL
6
B

BRA
Ret
B

SMR
1
B

















93



F2003-GA

Ferrari 052
3.0L V10





ESP
1
B

AUT
1
B

MON
3
B

CAN
1
B

EUR
5
B

FRA
3
B

GBR
4
B

GER
7
B

HUN
8
B

ITA
1
B

USA
1
B

JPN
8*
B





2004

Scuderia Ferrari Marlboro

F2004

Ferrari 053
3.0L V10

AUS
1
B

MAL
1
B

BAH
1
B

SMR
1
B

ESP
1
B

MON
Ret
B

EUR
1
B

CAN
1
B

USA
1
B

FRA
1
B

GBR
1
B

GER
1
B

HUN
1
B

BEL
2*
B

ITA
2
B

CHN
12
B

JPN
1
B

BRA
7
B



148



2005

Scuderia Ferrari Marlboro

F2004M

Ferrari 053
3.0L V10

AUS
Ret
B

MAL
7
B



















62



F2005

Ferrari 055
3.0L V10



BAH
Ret
B

SMR
2
B

ESP
Ret
B

MON
7
B

EUR
5
B

CAN
2
B

USA
1
B

FRA
3
B

GBR
6
B

GER
5
B

HUN
2
B

TUR
Ret
B

ITA
10
B

BEL
Ret
B

BRA
4
B

JPN
7
B

CHN
Ret
B


2006

Scuderia Ferrari Marlboro

248 F1

Ferrari 056 2.4L V8

BAH
2
B

MAL
6
B

AUS
Ret
B

SMR
1
B

EUR
1
B

ESP
2
B

MON
5
B

GBR
2
B

CAN
2
B

USA
1
B

FRA
1
B

GER
1
B

HUN
8
B

TUR
3
B

ITA
1
B

CHN
1
B

JPN
Ret
B

BRA
4
B



121



Ausente de 2007 a 2009

2010

Mercedes GP Petronas

MGP W01

Mercedes FO 108X 2.4L V8

BHR
6
B

AUS
10
B

MAL
Ret
B

CHN
10
B

ESP
4
B

MON
12
B

TUR
4
B

CAN
11
B

EUR
15
B

GBR
9
B

GER
9
B

HUN
11
B

BEL
7
B

ITA
9
B

CIN
13
B

JPN
6
B

KOR
4
B

BRA
7
B

ABD
Ret
B


72



2011

Mercedes GP Petronas

MGP W02

Mercedes FO 108Y 2.4L V8

AUS
Ret
P

MAL
9
P

CHN
8
P

TUR
12
P

ESP
6
P

MON
Ret
P

CAN
4
P

EUR
Ret
P

GBR
9
P

GER
8
P

HUN
Ret
P

BEL
5
P

ITA
5
P

CIN
Ret
P

JAP
6
P

KOR
Ret
P

IND
5
P

EAU
7
P

BRA
15
P


76



2012

Mercedes GP

F1 W03

Mercedes FO 108Z 2.4L V8

AUS
Ret
P

MAL
10
P

CHN
Ret
P

BHR
10
P

ESP
Ret
P

MON
Ret
P

CAN
Ret
P

EUR
3
P

GBR
7
P

GER
7
P

HUN
Ret
P

BEL
7
P

ITA
6
P

CIN
Ret
P

JAP
11
P

KOR
13
P

IND
22†
P

EAU
11
P

EUA
16
P

BRA
7
P

49

13º

* Campeão da temporada


† Completou mais de 90% da distância da corrida.



Outros resultados |



24 Horas de Le Mans[34] |































Ano
Final
Largada
Classe
Classe
Posição
#
Carro
Equipe
Pilotos
Chassis
Motor
Pneus
Voltas

1991


12ª
C2


31

Alemanha Team Sauber Mercedes

Áustria Karl Wendlinger
Alemanha Michael Schumacher
Alemanha Fritz Kreutzpointner

Mercedes-Benz
C11
Mercedes-Benz M119
5.0L Turbo V8

G
355


Referências




  1. «Mercedes GP anuncia oficialmente a volta de Schumacher à Fórmula 1». esporte.uol.com.br. Consultado em 30 de março de 2010 


  2. «The Beginning». mschumacher.com. 2006 


  3. «Berger vence último GP do pior Mundial da história». Folha de S.Paulo. Consultado em 9 de dezembro de 1992  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)


  4. ab «Schumacher perde vice-campeonato». Folha de S.Paulo. Consultado em 12 de novembro de 1997  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)


  5. «Massa é atingido na cabeça por peça de carro de Rubinho». Consultado em 25 de julho de 2009 


  6. «Massa aguarda alta e brinca com volta de Schumacher». Consultado em 30 de julho de 2009 


  7. Schumacher desiste do retorno à F-1 e culpa dores; Badoer corre esporte.uol.com.br


  8. Mercedes confirma retorno de Schumacher à F-1 Folha Online


  9. Michael Schumacher Moments Página visitada em 12 de Setembro de 2006


  10. The lost honor of Michael Schumacher grandprix.com. Página visitada em 3 de Novembro de 1997


  11. Schumacher 500: Has the King Lost His Crown?


  12. Schumacher and Hill crash in 1994 Australian Grand Prix BBC News. Página visitada em 23 de Março de 2009


  13. Entrevista com Murray Walker Arquivado em 3 de dezembro de 2007, no Wayback Machine. grandprix.com. Página visitada em 18 de Outubro de 1999


  14. [1]


  15. Schumacher loses championship runner-up crown BBC News. Página visitada em 11 Novembro de 1997


  16. Grand Prix Results: Malaysian, 1999 grandprix.com. Página visitada em 17 de Outubro de 1999


  17. Schumacher steals Austrian win BBC News. Página visitada em 12 de maio de 2002


  18. Ferrari and drivers fined $1m[ligação inativa] CNN World. Página visitada em 26 de Junho de 2002


  19. Ferrari's own goal BBC Sport. Página visitada em 30 de Setembro de 2002


  20. [2]


  21. [3]


  22. [4]


  23. [5]


  24. [6]


  25. "Schumi é punido por ultrapassagem ilegal, e Alonso recupera sexto lugar", Globo Esporte.com, 16 de maio de 2010.


  26. Schumacher punido com perda de 10 posições


  27. Investigadores dizem que Schumacher esquiava devagar e que pista estava bem sinalizada - ESPN Brasil, 08 de janeiro de 2014


  28. Lucio Costa: A fragilidade da imprensa - Observatório de Imprensa, 09 de janeiro de 2014


  29. Investigators confirm Michael Schumacher was skiing off-piste prior to accident Euronews, 08 de janeiro de 2014


  30. Schumacher acordou do coma e saiu do hospital de Grenoble, Público, 16 de junho.


  31. «Schumacher deixa hospital e vai para casa» 


  32. Paulo, iG São (1 de janeiro de 2017). «Schumacher: família gasta R$ 22 milhões por ano em tratamento - Automobilismo - iG». Esporte 


  33. https://www.terra.com.br/esportes/automobilismo/f1mania/video-schumacher-nao-respira-por-aparelhos-afirma-jornal-britanico,99a67b6a6712e182dbf44fcbdb7b9c7fhvs3ti61.html


  34. 1991 24 Heures du Mans Race-Database.com



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