Grande Prêmio da Alemanha
Hockenheim | |
Mapa do circuito. | |
| Informações da corrida | |
|---|---|
Localização | Hockenheim - Baden-Württemberg, na Alemanha |
Voltas | 67 |
Percurso | 4.574 km (2.842 mi) |
Total | 306 458 km (190 424 mi) |
Curvas | 17 |
Pole | Ferrari V6 Turbo 1min 11s 212 2018 |
Volta mais rápida na prova | McLaren-Mercedes V10 1min 13s 780 2004 |
Anos disputados | 77 (64 oficial) |
Primeira disputa | 1926 (1951 oficial) |
Última disputa | 2018 |
Maior vencedor (pilotos) | |
Maior vencedor (equipe) | |
Última corrida (2018): | |
Pole Position | |
Piloto | Ferrari V6 Turbo |
Tempo | 1min 11s 212 |
Volta mais rápida | |
Piloto | Mercedes V6 Turbo |
Tempo | 1min 15s 545 |
Pódio | |
Primeiro | Mercedes V6 Turbo 1h 32min 29s 845 |
Segundo | Mercedes V6 Turbo +5s 465 |
Terceiro | Ferrari V6 Turbo +6s 732 |
O Grande Prêmio da Alemanha (Grosser Preis von Deutschland, em alemão) é uma corrida de automóveis, disputada anualmente, que hoje integra o Campeonato Mundial de Fórmula 1, promovido pela FIA.
O GP alemão entrou para o calendário da Fórmula 1 a partir da segunda edição do Campeonato Mundial, ocorrida em 1951, e, desde então, só ficou ausente da maior categoria do automobilismo por três vezes.
Na primeira delas, em 1955, a corrida foi cancelada porque se considerou que o circuito de Nürburgring era inadequado para os novos padrões de segurança, enrijecidos após a tragédia ocorrida durante as 24 Horas de Le Mans daquele ano, o mais grave acidente do automobilismo em todos os tempos. Neste circuito ocorreu em 1976 o acidente quase fatal do piloto austríaco Niki Lauda.
Em 1960, a corrida foi disputada, mas exclusivamente por carros de Fórmula 2.
Por fim, em 2007, o Automóvel Clube da Alemanha (AvD), não autorizou seu rival, o Automóvel Clube Geral da Alemanha (ADAC), a denominar a prova realizada em Nürburgring como "Grande Prêmio da Alemanha", o que fez com que a corrida se chamasse "Grande Prêmio da Europa".
Índice
1 História
1.1 Antecedentes
1.2 A primeira edição
1.3 O Período Pré-Guerra
1.4 O Período Pós-Guerra
1.5 De Nürburgring a Hockenheimring
1.6 Dois GPs na Alemanha
1.7 AvG versus ADAC
1.8 O futuro
2 Alguns circuitos utilizados
3 Patrocinadores
4 Ganhadores
4.1 Por ano
4.2 Por pilotos, equipes e países que mais venceram1
5 Recordes do Grande Prêmio da Alemanha
6 Ligações externas
História |
Antecedentes |
Em 1907, o ADAC organizou o Kaiserpreis, isto é, o Prêmio do Imperador, em alusão ao monarca alemão reinante à época, o imperador Guilherme II. Pelo regulamento da prova, não seriam permitidos carros especiais de corrida, somente carros de turismo com motores de até 8 litros. O evento gerou enorme repercussão em toda a Europa, com um grande número de inscrições, o que levou os organizadores a promover duas eliminatórias, antes da corrida propriamente dita. Disputada em 4 voltas, nas estradas das montanhas de Taunus, num circuito de 117,770 km, a prova teve como grande vencedor o italiano Felice Nazzaro, a bordo de um Fiat 72 hp.
De 1908 a 1911, foi disputado o Prinz-Heinrich-Fahrt (Percurso Príncipe Henrique), uma espécie de desafio ao estilo rali, organizado sob os auspícios do príncipe Henrique da Prússia, irmão mais novo do imperador. Esse evento também foi destinado a carros de turismo e, apesar de não ter gerado a mesma euforia que o Prêmio do Imperador, é igualmente considerado um dos precursores do Grande Prêmio da Alemanha.
A primeira edição |
O 1o Grande Prêmio da Alemanha foi promovido pelo AvD e disputado em 11 de julho de 1926, no circuito de AVUS (Automobil-Verkehrs und Übungs-Strasse, ou seja, Estrada para Condução de Automóveis e Treinamentos), localizado a sudoeste de Berlim. O traçado, de 19,573 km, notabilizava-se por seu desenho incomum: duas retas opostas ligadas por curvas de 180°.
Foi o sexto grande prêmio nacional de automobilismo a surgir no cenário mundial, em seguida aos GPs da França (1906), Estados Unidos (1908), Espanha (1913), Itália (1921) e Bélgica (1925).
A corrida foi restrita a carros de turismo e transcorreu sob uma chuva torrencial, o que causou inúmeros acidentes. No pior deles, Adolf Rosenberger colidiu com uma tenda de comissários de pista, matando três deles. Após 20 voltas e um percurso total de 391,380 quilômetros, o vencedor foi um piloto da casa, Rudolf Caracciola, pilotando um Mercedes 1924 2.0l, com o tempo de 2h54m12.8.
A corrida não mais voltaria a AVUS, salvo uma última vez, no ano de 1959.
O Período Pré-Guerra |
Após a primeira corrida, o Grande Prêmio foi transferido para o novíssimo circuito de Nürburgring, com seu extenso percurso de 28,265 quilômetros. O traçado, considerado até hoje o mais extraordinário para corridas de automóvel, havia sido inaugurado em 18 de junho de 1927, com as I Internationales Eifelrennen (I Corridas Internacionais de Eifel), competição promovida pelo ADAC para carros de corrida, carros de turismo e motocicletas. Desde então, Nürburgring passou a abrigar o Grande Prêmio da Alemanha, até 1970, quando o circuito rival de Hockenheimring tomou seu lugar, por questões de segurança.
Até 1929, a corrida foi disputada unicamente por carros de turismo. De 1931 a 1939, a prova abrigou carros da categoria mais proeminente do automobilismo à época, isto é, os carros de Grandes Prêmios, considerados como tais aqueles que seguiam a fórmula (conjunto de regras) ditada pela AIACR (Associação Internacional dos Automóveis Clubes Reconhecidos), nome que FIA então ostentava. De 1935 a 1939, o evento contou pontos para o Campeonato Europeu de Automobilismo.
Nos anos de 1930 e 1933, o evento deixou de ser disputado, em razão de problemas econômicos enfrentados pela Alemanha.
Nessa primeira fase de sua história, o Grande Prêmio da Alemanha foi dominado por pilotos alemães e suas Flechas de Prata. Além da vitória na corrida inaugural, Rudolf Caracciola voltou a vencer outras cinco vezes (1928, 1931, 1932, 1937 e 1939), firmando um recorde até hoje não alcançado.
Outros alemães também triunfaram em casa. Christian Werner, em 1928xxx, Hans Stuck, em 1934, e Bernd Rosemeyer (em 1936). Apenas por três vezes os estrangeiros conseguiram triunfar: em 1929, com o monegasco Louis Chiron, em 1935, com o italiano Tazio Nuvolari, e em 1938, com o britânico Dick Seaman.
A corrida de 1940 estava programada para um novo ciruito, em Dresden, chamado Deutschlandring. A eclosão da II Guerra Mundial, porém, resultou no cancelamento dessa corrida.
O Período Pós-Guerra |
Após a II Guerra Mundial, a Alemanha e os pilotos alemães foram banidos das competições automobilísticas internacionais, o que persistiu por vários anos. Em 1950, com o fim da punição, foi disputado em Nürburgring o 13o Grande Prêmio da Alemanha, mas o retorno da prova deu-se com carros da Fórmula 2. O vencedor, em compensação, foi outro astro do automobilismo naquela década, o italiano Alberto Ascari, que depois se tornaria bicampeão mundial de Fórmula 1.
A partir do ano seguinte, a prova ingressou no calendário da categoria maior do automobilismo mundial, no qual permanece até os dias de hoje.
A saída da Mercedes das disputas automobilísticas, por conta da tragédia de Le Mans, provocou um sensível declínio no número de espectadores que compareciam a Nürburgring, o que levou o AvD a retornar a prova para o circuito berlinense de AVUS, em 1959. Para essa decisão também contribuiu a aposentadoria do campeoníssimo Juan Manuel Fangio, que se retirou ao fim da temporada de 1958. O traçado simples de AVUS era um convite à alta velocidade. Como resultado, vários acidentes marcaram aquela edição do Grande Prêmio. A mudança de circuito, no fim das contas, não foi a melhor saída para o problema da queda de público.
De Nürburgring a Hockenheimring |
Em 1960, como que antecipando as mudanças que depois haveria nas regras da categoria-mor do automobilismo, o 22o Grande Prêmio da Alemanha foi restrito a carros de Fórmula 2, não sendo contabilizado, portanto, para o Campeonato Mundial de Fórmula 1. Outro diferencial foi a realização da prova apenas no Anel Sul (Südschleife) do circuito de Nürburgring, fato que ocorreu apenas nessa oportunidade na história do Grande Prêmio. O vencedor foi o sueco Jo Bonnier, com um carro da Porsche, fábrica que, a partir do ano seguinte, com a conversão das regras da Fórmula 2 em regras da nova Fórmula 1, ingressaria na categoria de topo.
A partir de 1961, a Alemanha passou a abrigar uma segunda corrida com carros de Fórmula 1. o Grande Prêmio de Solitude, que não valia pontos para o Campeonato Mundial, teve excelente afluxo de público, diferentemente do GP nacional. A média de espectadores, nessa prova extracampeonato, conseguiu atrair uma média de 288 000 pessoas. Chegou-se a cogitar, por isso, que o Grande Prêmio da Alemanha passaria a ser disputado nesse outro circuito. Mas tudo, ao final, não passou do campo da hipótese. O circuito de Solitude só recebeu a Fórmula 1 até 1964 e a corrida alemã oficial continuou no Anel Norte (Nordschleife) de Nürgurgring.
Em 1970, graças à preocupação dos pilotos com sua própria segurança, num movimento encabeçado por Jackie Stewart e que começara em 1966, foram exigidas várias modificações em Nordschcleife. O tempo, porém, não era suficiente para a implementação desses ajustes e a prova, pela primeira vez, chegou a Hockenheimring, que já estava adequado às novas condições. Depois dessa adaptação, Nordschleife acolheu mais seis edições do GP. Até que, em 1976, o acidente com Niki Lauda enterrou de vez o romantismo que os tradicionais circuitos despertavam. Nürburgring e seu longo percurso era, definitivamente, incompatível com as exigências de segurança. A prova voltou para Hockenheimring, que passou a ser sede permanente do Grande Prêmio alemão.
Após a inauguração de sua atual pista de corridas, o circuito de Nürburgring voltou a sediar uma prova de Fórmula 1, em 1984, intitulada Grande Prêmio da Europa. A experiência agradou e, no ano seguinte, o traçado acolheu o 47o Grande Prêmio da Alemanha.
Diferentemente de sua primeira fase histórica, os alemães não mais veriam um compatriota no lugar mais alto do pódio, salvo em 1995, quando triunfou o espetacular Michael Schumacher, que ainda venceria outras três edições da prova alemã (2002, 2004 e 2006), tornando-se o segundo maior vencedor da etapa alemã. Alem dele, seu irmão, Ralf Schumacher também conseguiu a vitória em casa, no GP de 2001. Já recentemente , Sebastian Vettel e Nico Rosberg viriam a vencer em 2013 e 2014, respectivamente.
Dois GPs na Alemanha |
Na sequência do sucesso de Schumacher, a Alemanha tornou-se palco de uma segunda corrida anual de F1. Enquanto Hockenheimring sediava o Grande Prêmio da Alemanha, Nürburgring passou a receber, a partir de 1995, o Grande Prêmio da Europa, sendo que, em 1997 e 1998, a segunda prova alemã chamou-se Grande Prêmio de Luxemburgo.
Em 2004, antes mesmo do fim da Era Schumacher, que se aposentou ao término da temporada de 2006, o público começou a decrescer de maneira preocupante, a ponto de tornar insustentável a existência de duas corridas de Fórmula 1 em solo alemão. Contribuiu para isso o retorno do Grande Prêmio da Bélgica ao calendário, do qual havia ficado fora em 2003, fazendo com que belgas e holandeses, aficionados pela Fórmula 1, sumissem das arquibancadas das provas alemãs. Some-se a isso a circunstância de que o Grande Prêmio da Alemanha, tal como o Grande Prêmio da Grã-Bretanha, não recebe nenhuma ajuda governamental para manter-se, diferentemente do que normalmente acontece com outras etapas mundo afora, sempre subvencionadas pelos cofres públicos.
O retorno financeiro deficitário inviabilizaria, sobretudo, o custeio da comissão anual que cada circuito tinha de pagar à FOM para permanecer no calendário. O próprio Bernie Ecclestone exigiu uma solução, e, tencionando levar a categoria para outros países ou continentes, decretou, ao menos na ocasião, que não haveria mais lugar para que um único país sediasse mais de uma etapa da Fórmula 1. A Itália, por exemplo, deixaria de receber a prova em Imola, a partir de 2007.
A questão foi solucionada ainda em 2006: o ADAC e o AvG decidiram alternar-se na promoção da corrida. Nürburgring receberia a prova nos anos pares e Hockenheimring nos anos ímpares.
AvG versus ADAC |
Em 2007, primeiro ano de vigência do acordo entre os clubes de automóveis alemães, houve um sério impasse: o AvG, que promovia o GP alemão desde sua origem e tinha laços estreitos com Hockenheimring, recusou-se a autorizar o ADAC, ligado a Nürburgring, a realizar a corrida nesse circuito sob o título de "Grande Prêmio da Alemanha". Como o direito sobre o nome da corrida pertencia ao AvG, a saída foi continuar a chamar a prova de Nürburgring como "Grande Prêmio da Europa". Pela primeira vez, desde o longínquo ano de 1955, o GP da Alemanha deixaria de ser realizado.
As negociações persistiram e finalmente, em 2008, o AvG e o ADAC ratificaram o propósito comum de continuidade do Grande Prêmio da Alemanha, com revezamento entre Hockenheimring e Nürburgring, ao menos até o ano de 2011, quando vencerá o atual contrato com a FOM. O GP de 2009, disputado em Nürburgring, ocorreu sob o nome de "Grande Prêmio da Alemanha", o que, espera-se, também se repita no ano de 2011. Em razão de desentendimentos comerciais com a FOM, a etapa de 2015 igualmente não foi realizada.
O futuro |
Mesmo com o elevado número de alemães presentes na categoria máxima do automobilismo (Nick Heidfeld, Nico Rosberg, Sebastian Vettel, Timo Glock e Adrian Sutil), para a corrida de 2008, o AvG informou que haveria um prejuízo estimado em 3 milhões de euros, o que colocou em dúvida a realização de outra corrida de Fórmula 1 em Hockenheimring, no ano de 2010. Entretanto, Karl-Josef Schmidt, gerente do circuito, garantiu que isso não inviabilizaria a manutenção da prova em Hockenheim, porque o autódromo mantinha, durante cada temporada anual, provas de outras categorias, bem como outros eventos, o que asseguraria o suporte financeiro necessário para que o circuito continuasse a abrigar a deficitária etapa da Fórmula 1.
O retorno de Michael Schumacher, na temporada de 2010, injetou novo fôlego à prova germânica, apesar de o desempenho do campeoníssimo não ter sido parecido àquele de seus anos áureos na categoria.
Alguns circuitos utilizados |
AVUS | Nürburgring (Anel Norte) | Nürburgring |
Hockenheimring (antigo) | Hockenheimring (atual) |
Patrocinadores |
O interesse financeiro que hoje norteia a realização das provas automobilísticas em geral possibilita às empresas interessadas a adição de seu nome à denominação oficial das corridas de automóvel.
Estes foram os principais patrocinadores do Grande Prêmio da Alemanha e que tiveram seus nomes adicionados à designação das edições do evento:
1987-2006: Mobil 1
2008-2010: Santander
2018: Emirates
Ganhadores |
Por ano |
O fundo rosa mostra quando a prova não fez parte do Mundial de Fórmula 1.
O fundo creme indica as edições da época do Pré-Guerra, que integraram o Campeonato Europeu de Automobilismo.
| Ano | Vencedor | Equipe | Circuito | Resumo |
|---|---|---|---|---|
Não haverá em 2019 [1] | ||||
2018 | Mercedes | Hockenheimring | Detalhes | |
Não houve em 2017 | ||||
2016 | Mercedes | Hockenheimring | Detalhes | |
Não houve em 2015 | ||||
2014 | Mercedes | Hockenheimring | Detalhes | |
2013 | Red Bull-Renault | Nürburgring | Detalhes | |
2012 | Ferrari | Hockenheimring | Detalhes | |
2011 | McLaren-Mercedes | Nürburgring | Detalhes | |
2010 | Ferrari | Hockenheimring | Detalhes | |
2009 | Red Bull-Renault | Nürburgring | Detalhes | |
2008 | McLaren-Mercedes | Hockenheimring | Detalhes | |
Não houve em 2007 | ||||
2006 | Ferrari | Hockenheimring | Detalhes | |
2005 | Renault | Hockenheimring | Detalhes | |
2004 | Ferrari | Hockenheimring | Detalhes | |
2003 | Williams-BMW | Hockenheimring | Detalhes | |
2002 | Ferrari | Hockenheimring | Detalhes | |
2001 | Williams-BMW | Hockenheimring | Detalhes | |
2000 | Ferrari | Hockenheimring | Detalhes | |
1999 | Ferrari | Hockenheimring | Detalhes | |
1998 | McLaren-Mercedes | Hockenheimring | Detalhes | |
1997 | Benetton-Renault | Hockenheimring | Detalhes | |
1996 | Williams-Renault | Hockenheimring | Detalhes | |
1995 | Benetton-Renault | Hockenheimring | Detalhes | |
1994 | Ferrari | Hockenheimring | Detalhes | |
1993 | Williams-Renault | Hockenheimring | Detalhes | |
1992 | Williams-Renault | Hockenheimring | Detalhes | |
1991 | Williams-Renault | Hockenheimring | Detalhes | |
1990 | McLaren-Honda | Hockenheimring | Detalhes | |
1989 | McLaren-Honda | Hockenheimring | Detalhes | |
1988 | McLaren-Honda | Hockenheimring | Detalhes | |
1987 | Williams-Honda | Hockenheimring | Detalhes | |
1986 | Williams-Honda | Hockenheimring | Detalhes | |
1985 | Ferrari | Nürburgring | Detalhes | |
1984 | McLaren-TAG | Hockenheimring | Detalhes | |
1983 | Ferrari | Hockenheimring | Detalhes | |
1982 | Ferrari | Hockenheimring | Detalhes | |
1981 | Brabham-Ford | Hockenheimring | Detalhes | |
1980 | Ligier-Ford | Hockenheimring | Detalhes | |
1979 | Williams-Ford | Hockenheimring | Detalhes | |
1978 | Lotus-Ford | Hockenheimring | Detalhes | |
1977 | Ferrari | Hockenheimring | Detalhes | |
1976 | McLaren-Ford | Nürburgring | Detalhes | |
1975 | Brabham-Ford | Nürburgring | Detalhes | |
1974 | Ferrari | Nürburgring | Detalhes | |
1973 | Tyrrell-Ford | Nürburgring | Detalhes | |
1972 | Ferrari | Nürburgring | Detalhes | |
1971 | Tyrrell-Ford | Nürburgring | Detalhes | |
1970 | Lotus-Ford | Hockenheimring | Detalhes | |
1969 | Brabham-Ford | Nürburgring | Detalhes | |
1968 | Matra-Ford | Nürburgring | Detalhes | |
1967 | Brabham-Repco | Nürburgring | Detalhes | |
1966 | Brabham-Repco | Nürburgring | Detalhes | |
1965 | Lotus-Climax | Nürburgring | Detalhes | |
1964 | Ferrari | Nürburgring | Detalhes | |
1963 | Ferrari | Nürburgring | Detalhes | |
1962 | BRM | Nürburgring | Detalhes | |
1961 | Lotus-Climax | Nürburgring | Detalhes | |
1960 | Porsche | Nürburgring | Detalhes | |
1959 | Ferrari | AVUS | Detalhes | |
1958 | Vanwall | Nürburgring | Detalhes | |
1957 | Maserati | Nürburgring | Detalhes | |
1956 | Ferrari | Nürburgring | Detalhes | |
Não houve em 1955 | ||||
1954 | Mercedes | Nürburgring | Detalhes | |
1953 | Ferrari | Nürburgring | Detalhes | |
1952 | Ferrari | Nürburgring | Detalhes | |
1951 | Ferrari | Nürburgring | Detalhes | |
1950 | Ferrari | Nürburgring | Detalhes | |
Não houve de 1940 a 1949 | ||||
1939 | Mercedes-Benz | Nürburgring | Detalhes | |
1938 | Mercedes-Benz | Nürburgring | Detalhes | |
1937 | Mercedes-Benz | Nürburgring | Detalhes | |
1936 | Auto Union | Nürburgring | Detalhes | |
1935 | Alfa Romeo | Nürburgring | Detalhes | |
1934 | Auto Union | Nürburgring | Detalhes | |
Cancelado em 1933 | ||||
1932 | Alfa Romeo | Nürburgring | Detalhes | |
1931 | Mercedes-Benz | Nürburgring | Detalhes | |
Cancelado em 1930 | ||||
1929 | Bugatti | Nürburgring | Detalhes | |
1928 | Mercedes-Benz | Nürburgring | Detalhes | |
1927 | Mercedes-Benz | Nürburgring | Detalhes | |
1926 | Mercedes-Benz | AVUS | Detalhes | |
Por pilotos, equipes e países que mais venceram1 |
| Pilotos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Vitórias | Pilotos | Edições | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 4 | 1995, 2002, 2004, 2006 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2008, 2011, 2016, 2018 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 3 | 1954, 1956, 1957 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1968, 1971, 1973 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1981, 1986, 1987 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1988, 1989, 1990 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2005, 2010, 2012 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 2 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1951, 1952 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1958, 1959 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1963, 1964 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1969, 1972 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1991, 1992 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1984, 1993 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1994, 1997 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 1 | 1953 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1961 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1962 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1965 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1966 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1967 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1970 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1974 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1975 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1976 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1977 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1978 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1979 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1980 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1982 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1983 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1985 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1996 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1998 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1999 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2000 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2001 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2003 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2009 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2013 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2014 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Equipes | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Vitórias | Construtor | Edições | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 21 | 1951, 1952, 1953, 1956, 1959, 1963, 1964, 1972, 1974, 1977, 1982, 1983, 1985, 1994, 1999, 2000, 2002, 2004, 2006, 2010, 2012 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 9 | 1979, 1986, 1987, 1991, 1992, 1993, 1996, 2001, 2003 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 8 | 1976, 1984, 1988, 1989, 1990, 1998, 2008, 2011 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 5 | 1966, 1967, 1969, 1975, 1981 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 4 | 1961, 1965, 1970, 1978 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1954, 2014, 2016, 2018 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 2 | 1968, 1971 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1995, 1997 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2009, 2013 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 1 | 1957 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1958 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1962 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1968 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1980 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2005 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Países | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Vitórias | País | Edições | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 19 | 1958, 1959, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968, 1971, 1973, 1976, 1991, 1992, 1996, 1999, 2008, 2011, 2016, 2018 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 7 | 1981, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 2000 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1995, 2001, 2002, 2004, 2006, 2013, 2014 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 5 | 1980, 1982, 1983, 1984, 1993 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 4 | 1951, 1952, 1953, 1985 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1954, 1956, 1957, 1975 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1970, 1977, 1994, 1997 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 3 | 1966, 1979, 2009 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2005, 2010, 2012 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 2 | 1969, 1972 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 1 | 1967 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1974 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1978 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1998 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
2003 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
↑1 (Última atualização: GP da Alemanha de 2018)
Contabilizados somente os resultados válidos pelo Mundial de Fórmula 1
Recordes do Grande Prêmio da Alemanha |
| Grande Prêmio da Alemanha | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Hockenheim | País/Piloto | Chassi/Motor | Tempo | Extensão | Ano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Pole Position | Ferrari V6 Turbo | 1min 11s 212 | 4.574 km | 2018 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Melhor Volta na Prova | McLaren-Mercedes V10 | 1min 13s 780 | 4.574 km | 2004 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Nürburgring | País/Piloto | Chassi/Motor | Tempo | Extensão | Ano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Pole Position | Toleman-Hart L4 Turbo | 1min 17s 429 | 4.542 km | 1985 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Melhor Volta na Prova | McLaren-TAG V6 Turbo | 1min 22s 806 | 4.542 km | 1985 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
AVUS | País/Piloto | Chassi/Motor | Tempo | Extensão | Ano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Pole Position | Ferrari V6 | 2min 05s 9 | 8.300 km | 1959 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Melhor Volta na Prova | Ferrari V6 | 2min 04s 5 | 8.300 km | 1959 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ligações externas |
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↑ https://br.motorsport.com/f1/news/gp-da-alemanha-nao-sera-realizado-em-2019-diz-jornal/3130780/amp/